Cientistas estudam método para desviar asteróide da Terra

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Até o presente momento, não existe nenhuma tecnologia capaz de evitar uma grande colisão de um asteróide com a Terra. Os cientistas, no entanto, se empenham na esperança de solucionar o problema, levando em consideração, a quantidade de asteróides que passam raspando o planeta constantemente.

No último dia 2 de março desse ano, um asteróide recém descoberto passou pela Terra de raspão. Segundo astrônomos, o objeto teria feito aproximação máxima do planeta na manhã do dia 2. O astro passou a aproximadamente 70 mil quilômetros da superfície. Os cientistas só perceberam a aproximação dele cinco dias antes de um potencial impacto.

A preocupação dos cientistas sobre esse assunto não é algo novo, eles trabalham desde a instalação de foguetes propulsores na própria rocha, que a tirariam da rota de colisão até à explosão atômica do asteróide, que o fragmentaria em mil pedaços.

De acordo com David French, há uma forma relativamente simples e segura de desviar asteróides e outros objetos em rota de colisão contra a Terra. Frenc que é aluno de doutorado em engenharia aeroespacial da Universidade da Carolina do Norte, apresentou a seguinte tese: “basta prender ao asteróide uma longa corrente presa a uma âncora, com esse simples método você muda o centro de massa do objeto alterando efetivamente sua órbita”, afirma. O aluno explica que dessa forma, ao invés de se chocar com a Terra, o asteróide avança em outra direção.

A teoria de French ganhou a simpatia de vários cientistas e foi aceita para ser apresentada na Conferência Space 2009, promovida pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Espaço. O evento ocorreu em setembro na Califórnia.

Hoje mais de 1000 objetos “potencialmente perigosos” representam algum tipo de risco contra a Terra. Embora nenhum deles esteja em rota de colisão, podem acontecer alterações de órbitas provocadas por atração gravitacional ou interações com o vento solar. São essas alterações em suas trajetórias que podem fazê-los impactar contra a Terra.

Segundo French, e seu orientador Andre Mazzolen, professor de mecânica e engenharia aeroespacial, o sistema “asteroide-corrente-âncora” pode ter sua dinâmica alterada, reduzindo ou eliminando a chance de impacto. Ele lembra que a Terra vem sendo atingida por objetos desde há muito tempo. “Nós conhecemos bem os efeitos negativos disso. Há 65 milhões de anos um asteróide de grande tamanho atingiu aTerra ao sul do Golfo do México e simplesmente varreu os dinossauros do mapa. Em 1907, um pequeno fragmento, talvez originado de um cometa, praticamente acabou com uma área similar a Nova York. Em outras palavras, a escala para nossa solução é difícil de ser avaliada”, explicou French.


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Comentários (3)

  1. Alessandra disse:

    queria saber mais sobre esse assunto é muito interesante, queria ser uma cientista !
    tenho visões estranhas da terra….

  2. Everton disse:

    gente nois vai morre no dia 27 de agosto ele vai cair no peru aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  3. Everton disse:

    igual aos dinossauros antes buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa :(

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