A 5ª Profecia Maia

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A quinta profecia maia diz que todos os sistemas baseados no medo, sobre o qual está fundamentada nossa civilização, se transformarão simultaneamente com o planeta e o homem, para dar passo a uma nova realidade de harmonia. O homem está convencido que o universo existe só pra ele, que a humanidade é a unica expressão de vida inteligente, e por isso atua como um depredador de tudo o que existe. Os sistemas falharam para enfrentar o homem consigo mesmo e fazê-lo ver a necessidade de reorganizar a sociedade e continuar o caminho da evolução que nos levará a compreender a criação.

A quinta profecia refere-se a uma profunda crise econômica mundial, ao delírio do consumo, às ilusões do sistema financeiro que fazem a riqueza real ser substituída pela riqueza virtual, dos cartões de crédito que tornam as pessoas inadimplentes gerando problemas de ansiedade e depressão, da fragilidade das transações financeiras baseadas em uma rede mundial de computadores sujeita à um colapso total, posto que depende de uma rede de satélites e de produção de energia, estrutura frágil que pode ser abalada ou destruída por um simples evento de natureza cósmica.

Neste momento praticamente todas as economias do mundo estão em crise, tem-se desatado uma onda especulativa em todas as partes. Em só um dia 1.5 trilhões de dólares mudaram de mão nos mercados financeiros internacionais. Uns 15 % de queda nos mercados fazem desaparecer uma riqueza equivalente a produção anual de todas as fábricas dos Estados Unidos.

Desde 1995 a economia mundial não está mais dominada pelo intercâmbio de automóveis, aço, trigo e outros bens e artigos reais e sim pelo intercâmbio de divisas, ações e direitos, pois a riqueza virtual é muito mais fácil especular.

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A síndrome do cartão de crédito se voltou para um mal comum. O homem se endivida mais do que ganha colocando sua economia pessoal na corda bamba e isso se reflete em todos os niveis. A especulação em torno do capital financeiro conduz a uma situação econômica muito mais delicada que a queda de 1929 da bolsa de valores.

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A 4ª Profecia Maia

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A quarta profecia Maia diz que o aumento da temperatura cusado pela conduta anti ecológica do homem e uma maior atividade do sol provocará um derretimento do gelo nos polos. Se o sol aumenta seus níveis de atividade acima do normal haverá uma maior produção de vento solar, mais erupções massivas desde a coroa do sol, um auemnto de irradiação e um incremento na temperatura do planeta.

Os Maias se basearam no giro de 584 dias do planeta Vênus, para calibrar seus cálculos solares. Vênus é um planeta facilmente visível no céu, pois sua órbita está entre a terra e o sol. Eles deixaram registrado no códice Dresde que cada 117 giros de Vênus marcados cada vez que aparece no mesmo lugar no céu, o sol sofre fortes alterações, aparecem enormes manchas e erupções dos ventos solares.

Advertiram que cada 1.872.000 kins ou 5.125 anos se produze alterações ainda maiores e que quanto isto ocorre o homem deve estar alerta, é um presságio de mudanças e destruição. No códice Dresde também figura a cifra 1.366.560 kin que tem uma diferença de um katum, 20 anos com a cifra que aparece no tempo da cruz.

No tempo da cruz no palenque está talhado a cifra 1.366.540 kins a diferença que tem com o q está anotado no códice Dresde, é de 20 anos ou um katum. É um período de tempo que chamavam o tempo do não tempo, no qual estamos vivendo desde 1992, as mudanças na atividade do sol serão mais fortes, posto que as proteções que temos a nível planetário se estão debilitando, o escudo eletromagnético que nos cobre está diminuindo sua intensidade.

A 4ª Profecia Maia

A produção do ozônio na ionosfera que impedia os raios ultravioletas tem diminuido e tem aparecido uns enormes agujeros sobre os polos permitindo a chegada dos raios de sol a superficie do planeta. A atividade do homem está alterando a composição da atmosfera, produzindo o chamado efeito invernadero que atrapa o calor e aumenta a temperatura.

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A 3ª Profecia Maia

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A terceira profecia maia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta produzindo mudanças climáticas geológicas e sociais em uma magnitude sem precedentes, e a uma velocidade assombrosa.

Os Maias dizem que o aumento da temperatura se dará pela combinação de vários fatores, um deles gerados pelo homem que em sua falta de sincronicidade com a natureza só pode produzir processos de auto destruição. Outros fatores serão gerados pelo sol que ao acelerar sua atividar su actividade pelo aumento de sua vibração produz mais radiação, aumentando a temperatura do planeta.

Cada um de nós de alguma forma ajudamos a contaminar o planeta ou a desflorestá-lo com nossos automóveis, descuidando do lixo das casas, ou nos parques públicos, ajudando desse modo que o clima do planeta se volte contra nós. As mudanças estão acontecendo já porém como se passam muito lentamente, temos nos adaptado a elas e não as percebemos.

O processo de industrialização que teve lugar no século II tem contaminado dramáticamente a atmosfera com suas emissões de gases tóxicos, a chamada chuva ácida, produto da queima de carbono ou derivados de petróleo e das emissões de sul de sulfureto e óxido de nitrogenio noambito industrial tem lugar em todo o mundo e se concentra nas áreas urbanas, corroi os monumentos e pontes, destroi a pintura exterior, mata os bosques, causa danos a vida marinha, os solos cultivados convertem a água potavel em tóxica e reduz a cristalinidade.

As fumaças contaminadas de muitas fábricas indiferentes aos danos que provocam modificaram as temporadas de chuva das estações e o clima. Em muitos lugares no planeta ainda se cozinha com carvão ou lenha criando gogueiras que emitem grande quantidade de fumaças, cinzas, vapor de água e gás carbonico, tudo isto deu lugar a aparição do efeito estufa pois as concentrações de particulas de carbono que ficam e carbono que quedan flutuando na atmosfera reagem quimicamente com os dióxidos aumentando a sociedade e a temperatura.

O ar que respiramos está cheio de particulas de monóxido de carbono e óxido de nitrogenio e metano, produto resultante da combustão de casolina nos motores de milhões de carros e de milhões de plantas térmicas de genero elétrica.

A depredação de selvas para convertê-las em terreno de cultivo, ou para estender as cidades se converteu em uma prática comum, se incendeiam os bosques que purificam o ar ao converter o gás caronico que contem o oxigenio. O homem não é consciente do mal que está causando ao planete, nem de que há que semear para repor a vegetação que consome, todo o planeta se converteu em um grande lixão, enviamos grandes quantidades de residuos radioativos ao fundo do mar, carregamos barcos inteiros com resíduos não biodegradáveis.

As variações climáticas, as consequencias das atividades danosas do homem e as mudanças no comportamento do sol produzem uma alteração nas chuvas diminuindo sua quantidade, intensidade e regularidade.

A 3ª Profecia Maia

O aumento da temperatura produzirá fortes ventos, furacões e tornados. Os furacões são tormentas gigantescas e violentas, um vórtice de destruição e morte. Se chama furacão em comemoração ao Deus do mal e os aborígenes do Caribe.

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A 2ª Profecia Maia

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A segunda profecia Maia anunciou que, o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente, a partir do eclipse do sol em 11 de agosto de 1999. Naquele dia, vimos que um anel de fogo se recortava contra o céu. Foi um eclipse sem precedentes na história, pelo alinhamento em cruz cósmica, com o centro na Terra, de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos quatro signos do zodíaco, que são os signos dos quatro evangelistas. Os quatro guardiões do trono que protagonizam o Apocalipse segundo São João. Além disso, a sombra que a Lua projetou sobre a Terra, atravessou a Europa, passando por Kosovo, depois pelo oriente médio, pelo Irão, pelo Iraque, e posteriormente dirigiu-se ao Paquistão e a Índia. Com sua sombra ela parecia prever uma área de guerras e conflitos.

Os Maias sustentavam que a partir deste eclipse, o homem perderia facilmente o controle de suas emoções, ou então alcançaria sua paz interior e tolerância, evitando os conflitos. Sendo assim, passamos a viver uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma Nova Era. A noite fica mais escura antes do amanhecer. O fim dos tempos é uma época de conflitos e grandes aprendizados, guerras, separação e loucura colectiva, que gera por sua vez, processos de destruição e de sofrimento, para a evolução selectiva.

A 2ª Profecia Maia

A segunda profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentará, e acelerará a vibração em todo o Universo para conduzi-lo a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol, na Terra, e mudanças psicológicas no ser humano, alterando seu comportamento e sua forma de pensar e sentir. Serão transformadas as relações e as formas de comunicação, os sistemas económicos, sociais, de ordem e justiça. Serão mudadas as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá confrontar-se com seus medos e angústias, para solucioná-los, e deste modo poderá sincronizar-se com os ritmos do planeta e do universo. A humanidade irá perceber seu lado negativo e, as conseqüências de suas atitudes. Esse é o primeiro passo para a transformação e unificação que, remete à necessidade da permanência no bem e da paz interior.

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A 1ª Profecia Maia

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A primeira profecia fala do final do medo, diz: “que nosso mundo de ódio e materialismo terminará no sabado 22 de dezembro de 2012″. Tempo que vem sendo diminuido pela aceleração do tempo e isto dá lugar a que estas sucessões de fatos ocorram antes desta ‘marca’, uns 4 ou 5 anos antes).

Para esse dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer como espécie pensante que ameaça com a destruição do planeta ou evoluir até a integração harmonica com todo o universo, compreendendo que tudo está vivo e consciente, que somos parte desse todo e que podemos existir na nova era de luz.”

A primeira profecia diz que a partir de 1999, nos sobram treze anos, só treze anos para realizar as mudanças de cosnciencia e atitude, dos que nos falam para desviarmo-nos do caminho de destruição pelo qual avançamos até um que abra nossa consciencia e nossa mente para integrarmo-nos com tudo o que existe.

Os Maias sabiam que nosso sol (eles o chamavam de kinich-Ahau ) é um ser vivo que respira e que a cada certo tempo se sincroniza com o enorme organismo no qual existe, que ao receber um raio de luz do centro da galaxia brilhará mais intensamente, produzindo em sua superficie o que nossos cientistas chamam de erupções solares e trocas magnéticas.

Eles dizem que isto acontece a cada 5.125 anos, e que a terra, a cada período, se ve afetada pelas trocas do sol mediante um deslocamento de seu centro de rotacão. Predisseram que a partir deste movimento se produziriam grandes cataclismas. Para os maias os processos universais como a respiração da galáxia são ciclicos e nunca mudam, o que muda é a consciencia do homem que passa através deles, sempre num processo que leva a perfeição.
Baseados em suas observações os Maias predisseram que a partir da data de sua civilização desde 4 Ahau 8 Cumku e dizer desde o ano 3113 AC até 5.125 do futuro, ou seja, sábado 22 de dezembro do ano 2.012, o sol ao receber um forte raio sincronizador proveniente do centro da galaxia mudará sua polaridade e produzirá uma gigantesca labareda radiante.

A 1ª Profecia Maia

Para isso a humanidade deve estar preparada para atravessar a porta que nos deixaram os Maias, transformando a civilização atual embasada no medo em uma vibração muito mais alta de harmonia. Só de maneira individual se pode atravessar a porta que permite evitar o grande cataclima que sofrerá o planeta para dar começo a uma nova era, um sexto ciclo do sol.

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Maias: Organização política e social

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Extremamente hierarquizada, a sociedade maia contava em cada cidade-estado com uma autoridade máxima, de caráter hereditário, dita halach-uinic ou “homem de verdade”, que era assistido por um conselho de notáveis, composto pelos principais chefes e sacerdotes. O halach-uinic designava os chefes de cada aldeia(bataboob), que desempenhavam funções civis, militares e religiosas. A suprema autoridade militar (nacom) era eleita a cada três anos. Outros cargos importantes eram os guardiões (tupiles) e os conselheiros (ah holpopoob).A nobreza maia incluía todos esses dignitários, além dos sacerdotes, guerreiros e comerciantes. A classe sacerdotal era muito poderosa, pois detinha o saber relativo à evolução das estações e ao movimento dos astros, de importância fundamental para a vida econômica maia, baseada na agricultura. O sumo sacerdote (ahau kan) dominava os segredos da astronomia, redigia os códices e organizava os templos. Tanto as artes quanto as ciências eram de domínio da classe sacerdotal. Abaixo do sumo sacerdote havia os ahkim, encarregados dos discursos religiosos, os chilan(adivinhos) e os ahmén (feiticeiros).
Os artesãos e camponeses constituíam a classe inferior (ah chembal uinicoob) e, além de se dedicarem ao trabalho agrícola e à construção de obras públicas, pagavam impostos às autoridades civis e religiosas. Na base da pirâmide social estava a classe escrava (pentacoob), integrada por prisioneiros de guerra ou infratores do direito comum, obrigados ao trabalho forçado até expiarem seus crimes.

A sociedade de castas e linhagem

A sociedade maia era organizada em clãs familiares fechados. Cada clã era integrado por linhagens de hierarquia distinta, de acordo com a distância que os separava de seu antecessor fundador, muitas vezes imposto através da violência de certos grupos sobre outros.

O termo ninja, ou “casa grande”, designava os patrilinajens agrupados em torno de um grande senhor. Ele servia para denominar o edifício principal onde moravam os líderes dos clãs.

Os parentes diretos do primogênito do fundador do clã ocupavam o lugar mais alto na pirâmide social.

Civilização Maia atual

Os reis divinos ocupavam a cúspide da sociedade de castas, seguidos pelos sacerdotes parentes, os guerreiros, os artesãos, os comerciantes e os camponeses.

No fim do Período Clássico, a sociedade se tornou ainda mais estratificada. A diferença do norte mexicano e as relações de parentesco se limitaram ao interior de cada casta.

Em 1566, o bispo de Mérida Frei Diego de Landa descreveu a organização social maia em seu livro Relação das Coisas de Yucatán.

Os almehenoobs ficavam na cúspide. Sua casta era integrada pela nobreza hereditária que controlava os principais cargos administrativos e militares. De qualquer forma, para subir de posto, tinham que fazer por merecer, mostrando méritos e aptidões através de um exame consistente que incluía decifrar enigmas e interpretar expressões figurativas denominadas “linguagem de Zuyúa”.

Os candidatos que fracassavam tinham que estar dispostos a morrer. Para aspirar ao poder, o indivíduo tinha que saber interpretar palavras e escrita. Como reza o livro de Chilam Balam, “Os chefes de aldeia são castigados pela noite porque não sabiam compreender… Por isso são enforcados e por isso cortam-lhe as pontas das línguas e por isso arrancam-lhes os olhos”.

Se o aspirante fosse eleito, ele era tatuado com pictogramas na garganta, no pé, e na mão.

No interior dos almehenoobs surgia o Halach uinic, “o verdadeiro homem”, um intermediário entre os parentes superiores, considerados divinos, e os parentes das linhagens inferiores.

O Halach uinic governava com a ajuda de seus parentes diretos, e seu cargo era hereditário para garantir a continuidade e a hegemonia das linhagens principais.

Os membros da nobreza e parentes de segunda linha dos reis cumpriam distintas funções. Os bataboob se dedicavam à percepção de tributos, à administração da justiça, ao ofício da escrita e oficializavam os sacerdotes.

Em degraus mais baixos, sempre no interior das classes superiores, uma diversidade de funcionários cumpria distintas funções. Os ah cuch caboob controlavam o trabalho dos camponeses e as castas inferiores. Os ah holpop eram delegados político-religiosos responsáveis pela organização de cerimônias e a custódia dos instrumentos musicais. Os tupiles eram oficiais reais e chefes administrativos. Eles tinham a responsabilidade de impor a ordem no interior das cidades.

Grinaldas cefálicas compostas de plumagens multicores, jóias e máscaras de jade, tecidos suntuosos, faziam parte dos atributos para reforçar o poder nas cerimônias que saturavam o calendário sagrado.

Os Sacerdotes

As cerimônias religiosas mais relevantes eram conduzidas por nobres de alta posição da família real, encabeçados por Ahau, o monarca cuja função sacerdotal era inerente ao cargo.

A falta de imagens artísticas dos sacerdotes pode ser explicada pela reticência dos maias para representar cenas da vida cotidiana. Certamente, estes homens povoavam a vida das cidades, onde um calendário repleto de celebrações exigia o desdobramento de cerimônias de multidões.

Os ahkin ou sacerdotes eram os responsáveis por controlar, preservar e transmitir os conhecimentos. Eles realizavam cálculos astronômicos, monitoravam o calendário e a passagem das estações. Eles dominavam o sistema da escrita, produção e da interpretação da doutrina e a organização de rituais e sacrifícios.

Sem se propor, o cronista espanhol Diego de Landa traçou semelhanças com o cristianismo, ao relatar que entre os maias “o ofício dos sacerdotes era tratar e ensinar suas ciências, declarar as necessidades e seus remédios, pregar e realizar as festas, fazer sacrifícios e administrar seus sacramentos”. O ofício dos chilanes (profetas) era dar ao povo as respostas dos demônios, sendo tão admirados que eram carregados nos ombros”.

Baixa linhagem

Dentro de cada clã, as linhagens mais distantes do primogênito do ancestral fundador eram formadas por vassalos que deviam tributo e obediência às linhagens superiores.

Os integrantes destas linhagens eram considerados como “gente inferior” pelo rígido sistema de castas. Seus membros deviam residir em territórios fixos associados ao nome da linhagem.

Abaixo dos artesãos, estavam os camponeses, cujas linhagens residiam fora ou na periferia das cidades, pagando tributos, trabalhando nas construções monumentais e participando das atividades cerimoniais do centro.

O último escalão social era ocupado pelos escravos ou ppentac-ob. Em sua maioria se tratava de cativos de guerra provenientes de outras cidades e povos, mas os delinqüentes sem linhagem engrossavam os contingentes junto com indivíduos pertencentes à “gente inferior”, que haviam sido vendidos para realizar tarefas servis.

Com freqüência eles eram oferecidos nos rituais de sangue. A Apologética História de Índias de frei Bartolomé das Casas ratifica as imagens dos murais maias, afirmando que os escravos tinham que usar um colar para serem distinguidos do restante da “gente inferior”.

O papel das mulheres

Assim como era concebido pelos maias, o papel das mulheres se limitava à reprodução. As jovens das linhagens de elite eram trocadas por mulheres de outras cidades, gerando redes de parentesco vinculadas a todas as regiões do mundo maia, sem a obrigação de se casar com mulheres ou homens da mesma linhagem.

Excepcionalmente, cidades como Palenque e Tikal admitiam que as mulheres da nobreza ocupassem papéis governantes, caso a linha de descendência masculina fosse interrompida.

As normas morais eram extremamente rígidas. O adultério era proibido e as mulheres que traíssem o marido eram mortas por apedrejamento. Como exceção, aceitava-se a poligamia. Aceitava-se o divórcio, e em caso de insatisfação era permitido devolver a noiva durante o primeiro ano de casamento.

O consumo de álcool, tabaco e estupefacientes era um privilégio dos homens das castas superiores, que recorriam aos mesmos para facilitar a comunicação com os antepassados e com outras entidades.

A chegada da puberdade era celebrada com um ritual durante o qual eram retirados os acessórios simbólicos da virgindade dos adolescentes: uma conta branca na cabeça dos homens, e uma concha na cintura das mulheres.

Os pais dos homens encarregavam um adivinho para estudos astrais e predições sobre o futuro do casal, rejeitando a menina caso encontrasse incompatibilidades no significado dos nomes. Assim como em outras culturas, eles deviam pagar um dote e assumir uma série de compromissos sobre o sustento que o homem daria aos seus sogros no futuro.


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As 7 Profecias Maia

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Um dos mais antigos povos da América Central, os Maias destacam-se até hoje por sua organizada estrutura de ciência, história, arte e religião. Das várias profecias feitas por esse povo, há mais de 5 mil anos, a que mais chama a atenção de cientistas e filósofos de todo o mundo é a exatidão e o mistério contidos no calendário maia, que cita o ano 2012 como um ano-chave para mudanças em nosso planeta e o fim de um ciclo. No entanto, as sete profecias que marcam a civilização maia trazem, acima de tudo, esperança e conscientização.

Os maias acreditavam que a nossa Galáxia segue um ciclo imutável, o que pode e deve ser mudado é a consciência da humanidade rumo à evolução. Eles apontam que sua civilização era a quinta iluminada pelo Sol, ou seja, estavam no quinto grande ciclo solar e, por conseqüência, outras quatro já haviam passado pela Terra e foram destruídas por desastres naturais.

Os maias previram que o Sol mudará a sua polarização em 22 de dezembrode 2012, após receber um raio sincronizado com origem no centro daGaláxia, um raio que dará origem a explosões solares iniciando a transformação do planeta. Desse modo, uma nova era terá início: o sexto ciclo solar. Os maias relatavam que esse fenômeno acontece a cada 5.125 anos (de acordo com estudiosos e pesquisadores, o início deste ciclo solar se deu no ano 3113 a .C.) e que a Terra será afetada pelo Sol devido a uma mudança no seu eixo de rotação.

As Sete Profecias Maias dizem que a civilização baseada no medo será transformada através das vibrações de harmonia. Mas essa transformação só ocorrerá para quem assim o desejar, será algo pessoal. Os maias não falam em “fim do mundo”, mas em um processo de transformação em que o espírito ganhará em sua jornada de evolução a esferas mais altas.

Nos posts a seguir falaremos sobre cada uma das 7 profecias, com detalhes.

As 7 Profecias Maia


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Bem vindo ao 2012 – A profecia Maia!

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Este site tem por objetivo apresentar tudo relacionado ao tema mais polêmico atualmente: o fim do mundo!

Todos os dias serão postados artigos, sejam eles sobre as profecias, informações, comentários e até mesmo sobre o novo filme que em breve estréia falando sobre o provável cataclisma mundial que está por vir.

Aproveite,  fique por dentro do assunto e participe dos debates.

E aí?  Será que dessa vez o mundo realmente vai acabar?


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