Explosão em Urano intriga astrônomos

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Explosão em Urano intriga astrônomos

Duas imagens em infravermelho de Urano: à direita, a explosão na atmosfera fica visível.

São Paulo- Uma estranha aparição na atmosfera de Urano intriga os astrônomos – e pesquisadores de renome recorrem à comunidade de astrônomos amadores.

A descoberta foi feita pelo cientista Larry Sromovsky, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, usando o telescópio Keck II.

Ao captar as emissões infravermelhas do planeta, o pesquisador notou uma ocorrência em sua atmosfera, um estranho brilho que não estava lá anteriormente. Até agora, a teoria mais aceita é a de que se trate de uma explosão de metano, um gás abundante na atmosfera de um dos planetas com comportamento mais estranho do sistema Solar.

A imagem, bastante curiosa, ganhou fama esta semana ao ser repercutida nas redes sociais por Heidi B. Hammel, vice-presidente da Associação de Universidades para Pesquisa Astronômica. Em entrevista ao Discovery News, a renomada cientista convocou astrônomos amadores que possuam equipamentos mais avançados  a mirarem suas lentes no planeta em busca de confirmações. Segundo ela, se houver dados suficientes, seria possível que a Nasa decidisse apontar o telescópio Espacial Hubble para lá.

Curiosamente, esta não seria a primeira vez que telescópios menores interfeririam na história do planeta…

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Achado “oceano” de água em torno de estrela

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Ilustração do vapor ao redor do disco de poeira: futuro sistema planetário que pode conter água

São Paulo- Uma grande quantidade de água, na forma de vapor, foi encontrada em torno de uma estrela próxima à Terra, a apenas 175 anos-luz.

A Nasa descreve a descoberta inédita como o equivalente a milhares de oceanos no espaço – uma vez que a quantidade de água seria milhares de vezes a do nosso planeta. Além disso, ela seria um indício de que mundos cobertos de água são abundantes no universo.

A grande quantidade de vapor frio envolve o disco de poeira em torno da estrela TW Hydrae, um jovem astro de apenas 10 milhões de anos, menor e mais frio do que o Sol.  Esse disco deve, nos próximos milhões de anos, dar origem a planetas, asteroides e outros corpos, formando um sistema planetário. Nas regiões mais distantes do disco, acredita-se que as partículas de poeira e gelo devem se unir formando cometas.

Cientistas já haviam encontrado vapor de água quente em discos formadores de planetas como este, mas evidências de água nas regiões distantes do disco, as áreas formadoras de cometas, eram desconhecidas. Quanto mais água disponível no disco para a formação de cometas com gelo, maiores as chances de que grandes quantidades de água sejam depositadas, por meio de impactos, em planetas.

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Astrônomo amador fotografa bolha no espaço

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 Notícias»Ciência Astrônomo amador fotografa bolha no espaço

São Paulo- Um observador amador fotografou a bela nebulosa NGC 7635, mais conhecida como Bolha, a 7100 anos-luz da Terra.

Larry Van Vleet, da Califórnia, usou um Telescópio RCOS 16 Truss e um Apogee U16M para capturar a imagem no Observatório Sierra Remote , em agosto.

Ao apontar suas lentes para a constelação de Cassiopeia, ele registrou a bolha gigante de gás, uma estrutura que possui 6 anos-luz de diâmetro.

O fenômeno é criado pelos fortes ventos estelares e pela intensa radiação de uma estrela próxima com massa de 10 a 20 sóis e que está se aproximando de seu estado de supernova (ou seja, de destruição). Nessas condições, ela chega a temperaturas de  24.726º C e expele gás a milhares de km por segundo.

Os átomos na nuvem são energizados pela luz ultravioleta emitida pela estrela, fazendo com que a bolha brilhe.

Fonte: Info Ciência


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Estrela tem raios gama com 100 bilhões de eV

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Estrela tem raios gama com 100 bilhões de eV

São Paulo- Astrônomos detectaram uma quantidade inédito de raios gama sendo emitida de uma das mais estudadas estrelas do céu: 100 bilhões de elétron-volts (eV).

A nebulosa Caranguejo, a 6.500 anos-luz da Terra, é um grande aglomerado de gás que se estende por mais de 10 anos-luz. Em seu centro está um pulsar, uma estrela de nêutrons que morreu e liberou o gás da nebulosa.

Este pulsar gira muito rápido, mais de 30 vezes por segundo, e, embora seja milhares de vezes menor do que o Sol, possui cerca de 100 mil vezes a sua massa. A densidade, o giro rápido e o forte magnetismo desses corpos faz com que liberem grandes quantidades de raios-gama – uma forma de radiação eletromagnética de grande energia.

Tais raios possuem energia variando de um milhão a muitos trilhões de elétron volts. Para efeito de comparação, a energia da luz visível é de um elétron volt. Nunca havia se detectado em um pulsar raios com mais energia do que 25 bilhões de elétron volts – até agora. O que os pesquisadores da IowaState University, nos Estados Unidos, encontraram, foram raios ultrapassando 100 bilhões.

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Homem descende de criatura com sexto sentido

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Homem descende de criatura com sexto sentido

São Paulo- Um novo estudo recém-publicado em uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo afirma que 96% dos vertebrados modernos, inclusive o homem, são descendentes  de uma criatura que possuía um sexto sentido.

Os humanos, hoje, sentem o mundo de cinco formas: a visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar. No entanto, tubarões e outros vertebrados aquáticos possuem um chamado “sexto sentido”: eles podem detectar campos elétricos na água e usar essa informação para se orientar, comunicar e detectar presas.

Agora, um trabalho divulgado na Nature Communications afirma que a grande maioria das 65 mil espécies de vertebrados no mundo descende de um ancestral em comum – um peixe predador marinho, com boa visão, mandíbulas, dentes e a capacidade de detectar sinais elétricos.

O animal, que viveu a cerca de 500 milhões de anos, foi descrito graças a um trabalho de análise molecular liderado pela dra. Melinda Modrell, da Universidade de Cambridge. Ela reuniu mais de25 anos de trabalhos para concluir que mais de 30 mil espécies de vertebrados terrestres e um número equivalente dos chamados peixes actinopterígeos (com nadadeiras raiadas) descendem de um ancestral comum que possuía um sistema de receptores elétricos bem desenvolvido.

Os pesquisadores acreditam que, há milhões de anos, houve uma grande divisão na árvore evolutiva dos vertebrados. Uma linhagem levou dos actinopterígeos e a outra à dos  sarcopterígeos (peixes nadadeiras musculosas). Este último deu origem aos vertebrados terrestres. Embora alguns deles possuam um sistema sensível a eletricidade (salamandras), durante o processo evolutivo, as linhagem terrestre que deram origem a répteis, pássaros e mamíferos perderam essa capacidade.

Fonte: Info Ciência

 

 


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Supertelescópio enxerga colisão de galáxias

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Supertelescópio enxerga colisão de galáxias

São Paulo- O mais complexo observatório astronômico terrestre já construído foi oficialmente inaugurado- e já revelou sua primeira imagem: detalhes impressionantes da colisão das galáxias Antennae.

O Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), é um telescópio ainda em construção no Chile que, em 2013, terá 66 antenas ao longo de 16 km funcionando como um único equipamento. Atualmente, 1/3 delas já observa o universo com comprimentos de onda mil vezes maiores do que a luz visível.

Essas ondas longas permitem enxergar objetos extremamente frios e distantes no espaço.

A qualidade da imagem deve melhorar consideravelmente quando o ALMA estiver pronto, mas seu supercomputador capaz de fazer 17 quadrilhões de operações por segundo já revelou a primeira imagem, com detalhes que não podem ser vistos em luz visível ou infravermelho.

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Supercomputador simula origens do universo

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Supercomputador simula origens do universo

São Paulo- O supercomputador Pleiades rastreou as origens da evolução do universo e criou a simulação mais precisa e completa da nossa história desde o Big bang.

O projeto Bolshoi mostra como se distribuiu a matéria escura que, embora invisível, compõe mais de 80% do cosmos.

A simulação levou o equivalente a seis milhões de horas de CPU e foi liderada pelo departamento de astronomia da Universidade Estadual do Novo México, nos Estados Unidos. Até agora, os resultados obtidos apenas se mostraram de acordo com os modelos  teóricos elaborados. No futuro, no entanto, uma simulação tão precisa servirá de base para importantes novos estudos sobre a origem do universo.

Antes do Bolshoi, o modelo utilizado para simulações cosmológicas era o Millennium Run, mas, há algum tempo, sua base de dados está desatualizada. Ele usava parâmetros dos primeiros dados da sonda Wilkinson Microwave Anisotropy (WMAP), que fornecia um mapa detalhado de variações de radiação cósmica de fundo (a radiação primordial, resultante do Big Bang).

O primeiro WMAP1 já teve seus parâmetros superados por duas novas divulgações de dados – e é em uma delas que o Bolshoi de baseia, a WMAP5.  Dezenas de pesquisadores utilizam o modelo para suas pesquisas e, recentemente, dois trabalhos baseados nos dados obtidos pelo Bolshoi foram aceitos para publicação na Astrophysical Journal – um da Universidade Estadual do Novo México e outro da Universidade da Califórnia, ambas nos Estados Unidos.

Fonte: Info Ciência

 


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Telescópio estuda buraco negro na Via Láctea

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Telescópio estuda buraco negro na Via LácteaO GX 339-4 está cercado por um disco de material (em vermelho) sendo puxado de uma estrela vizinha (amarela)

São Paulo- Pesquisadores começam a desvendar alguns dos mistérios que envolvem a formação dos buracos negros ao estudar um corpo a cerca de 20 mil anos-luz da Terra.

O GX 339-4 está próximo do centro da Via Láctea e possui pelo menos seis vezes a massa do Sol e um campo magnético 30 mil vezes mais forte que o da Terra.

Como todo buraco-negro, ele possui matéria tão densa, e tanta gravidade, que nem mesmo a luz escapa de seus arredores. No caso, este corpo é orbitado por uma estrela companheira que o alimenta, fornecendo material que é em parte absorvido e, em parte, liberado em potentes jatos eliminados com quase a velocidade da luz.

Esses jatos revelam muito sobre o ambiente extremo dos buracos negros, e foi justamente para estuda-los que os astrônomos utilizaram o Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE), telescópio da Nasa que tira fotos do céu em infravermelho a cada 11 segundos.

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Estrela destrói planeta a 880 anos-luz

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Estrela destrói planeta a 880 anos-luz

Ilustração mostra, am azul, material do planeta sendo retirado pelos intensos raios-X

São Paulo- A 880 anos-luz da Terra, uma estrela está destruindo um dos planetas que orbitam ao seu redor bombardeando-o com raios-X tão fortes que retiram toneladas de sua massa.

Curiosamente, a culpa da destruição seria do próprio planeta, que se aproximou demais do astro.

O corpo, chamado de CoRoT 2b, possui  cerca de três vezes a massa de Júpiter e orbita a estrela CoRoT-2a a apenas 3% da distância que a Terra orbita o Sol. A radiação que recebe é, portanto, muito intensa: dados do telescópio Chandra, da Nasa, mostram que os raios-X da estrela estão evaporando cerca de 5 toneladas de material do planeta a cada segundo.

A intensidade dessa radiação é consequência de um campo magnético muito turbulento, o que é um fato bastante incomum, visto normalmente em estrelas mais jovens. Uma explicação seria a proximidade do planeta, que estaria acelerando a rotação da estrela e mantendo mais ativo seu campo.

Embora as análises recentes dos raios-X no planeta tenham sido feitas pela Nasa, o CoRoT-2b foi descoberto pelo satélite francês Convection, Rotation and planetary Transits (CoRoT)

Fonte: Info Ciência


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Telescópio espacial Kepler descobre planeta com dois sóis

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Um planeta com dois sóis é a descoberta mais nova do telescópio espacial Kepler, da Nasa (agência espacial americana). Em um estudo publicado nesta quinta-feira, cientistas mostram como é o novo astro, com tamanho similar a Saturno.

O novo corpo celeste fica no sistema estelar batizado de Kepler-16, na região da constelação da Lira. Suas duas estrelas mães têm tamanhos diferentes; uma possui massa equivalente a 70% o tamanho do Sol e a outra, menos brilhante e de espectro mais avermelhado, de 20%.

Telescópio espacial Kepler descobre planeta com dois sóis

O novo astro com dois sóis, descoberto pelo telescópio espacial Kepler, tem um tamanho similar a Saturno

Sistemas binários, como são conhecidos esses pares de estrelas, são comuns na nossa galáxia e teóricos já havia postulado a possibilidade de planetas orbitarem ao seu redor. Esta, porém, é a primeira vez que astrônomos descrevem isso sem margem de dúvida.

A descoberta do novo planeta foi possível porque o telescópio Kepler observa sua órbita de perfil, e é capaz de perceber a tênue queda de luminosidade cada vez que o planeta eclipsa uma das duas estrelas.

Os astrônomos estudaram a relação gravitacional entre os três objetos celestes ao mesmo tempo

Os astrônomos estudaram a relação gravitacional entre os três objetos celestes ao mesmo tempo

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