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Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

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Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

As profecias de fim de mundo têm sempre um atractivo especial. Bastante atractivas são também as histórias sobre conhecimentos ocultos detidos por civilizações antigas. Vem isto a propósito do documentário feito pelo History Channel sobre a Profecia Maia, e que já se encontra à venda para o público (assim como vários livros sobre o mesmo assunto). O documentário pareceu bastante interessante e apelativo.

Basicamente a ideia é que os Maias, que tinham um calendário mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco – Hernan Cortez – a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.

Ora, sabe-se actualmente que nesta data durante o solestício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em alguma informação astronómica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terramotos, etc.

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

Os jardins de Westminster foram tomados por plantações de arroz, para lidar com a escassez de alimentos

Uma exposição de fotomontagens em Londres mostra como a cidade pode ser afetada por mudanças climáticas no futuro, conforme a visão de dois artistas. Em cartaz no Museu de Londres até março de 2011, as montagens foram criadas pelos ilustradores Robert Graves e Didier Madoc-Jones, que dizem ter estudado diversas teorias a respeito do impacto das transformações ambientais e das novas tecnologias no espaço urbano.

Lugares conhecidos da cidade aparecem completamente alagadas por causa de um aumento do nível do Rio Tâmisa, e prédios históricos como o Palácio de Buckingham estão cercados de favelas erguidas por refugiados ambientais de outros países. Carros somem das ruas e dão lugares a turbinas de energia eólica e células de produção de energia elétrica. Parques tradicionais da cidade se transformam em plantações tropicais e abrigam usinas nucleares, para mostrar como a cidade se adaptaria à escassez de comida e ao aqueciemnto global.

“Mostramos os desastres que londres poderia sofrer, mas não quisemos criar somente imagens de pesadelos. Nos esforçamos para mostrar como a cidade pode ter recursos aproveitáveis e como poderíamos nos adaptar para enfrentar o desafio das mudanças no meio ambiente”. As fotomontagens, feitas digitalmente, se transformaram na série “cartões postais do futuro”.

Fonte: Terra


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Erupção na Islândia é pequena demais para resfriar o planeta

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Nuvem de cinzas cobre a região próxima ao vulcão, na Islândia

Grandes erupções vulcânicas já tiveram efeito refrigerador no clima da Terra, mas o recente evento na Islândia é pequeno demais para trazer alívio ao aquecimento global antropogênico, disseram cientistas nesta sexta-feira.

O evento marcante desta capacidade de refrigeração vulcânica dos últimos 20 anos ocorreu em 1991, quando o monte Pinatubo entrou em erupção nas Filipinas, resfriando a superfície terrestre em 0,5°C no ano seguinte, o suficiente para compensar o impacto dos gases causadores de efeito estufa entre 1991 e 1993.

Um episódio refrigerador menor ocorreu em 1980, quando o monte Santa Helena, no Estado americano de Washington, teve seu topo pulverizado, um evento que embora tenha sido impressionante, expeliu apenas um décimo do material liberado pelo Pinatubo.

O resfriamento se explica por uma fórmula simples: o vulcão libera grande quantidade de cinzas vulcânicas e dióxido de enxofre, que são transportados para a estratosfera, camada da atmosfera acima da troposfera, a mais próxima da superfície.

Lá, fenômenos físico-químicos criam uma fina camada de partículas esbranquiçadas que, durante meses ou anos, circundam a Terra e refletem parte dos raios solares, impedindo que a radiação atinja o solo.

“Basicamente, é como colocar um escudo refletor sobre o pára-brisa do carro, impedindo que o interior aqueça demais”, comparou Colin Macpherson, da Universidade Durham University, nordeste da Inglaterra.

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Possível redução na atividade solar não conterá aquecimento

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Uma redução na atividade solar equivalente à da “Pequena Era do Gelo” do século XVII causaria apenas uma pequena diminuição no ritmo do aquecimentoglobal, indicou um estudo nesta quarta-feira.

Uma diminuição da atividade solar nos últimos anos, relacionada a um número menor de manchas solares, cortaria em no máximo 0,3 grau Celsius o aumento previsto das temperaturas até 2100, caso ela se transforme no longo “Grande Mínimo” de intensidade, afirmaram eles.

“A noção de que estamos nos dirigindo a uma nova Pequena Era do Gelo caso o Sol de fato tenha entrado num Grande Mínimo é errada,” disse Georg Feulner, autor principal de um estudo do Instituto Postdam para Pesquisa sobre o Impacto do Clima, em um comunicado.

As temperaturas mundiais provavelmente subirão entre 3,7 e 4,5 graus Celsius até 2100, caso as emissões de gases-estufa continuem aumentando – muito mais que o impacto de mudanças conhecidas na atividade solar, informou o estudo.

O Sol passou por quatro Grandes Mínimos desde o século XIII, incluindo o Mínimo de Maunder, de 1645 e 1715, que se sobrepôs à Pequena Era do Gelo. O Rio Tâmisa congelou em Londres, por exemplo, entre 1683 e 1684.

As temperaturas mundiais aumentaram 0,7 grau Celsius desde que a Revolução Industrial levou ao maior uso de combustíveis fósseis, que liberam gases-estufa quando queimados, de acordo com um painel da Organização das Nações Unidas de cientistas que estudam o clima.

Fonte: Terra


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Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU

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O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

“As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água”, disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

“A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats”, disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

“E isso gera potencial para conflitos,” disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

“A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar”, disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

250 MILHÕES DE PESSOAS

As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.

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Cientistas criticam proposta de ’2012′ e indicam cenários de fim do mundo

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A Nasa (agência espacial norte-americana) criticou a Sony em outubro por sugerir, em sua campanha publicitária para o filme “2012″, que o mundo acabaria em 2012.

No ano passado, o Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), também assegurou que o mundo não acabaria tão cedo, portanto, é uma boa notícia para quem fica nervoso facilmente. Com que frequência vemos duas instituições científicas top de linha como essas nos garantindo que está tudo bem? Por outro lado, é meio triste, se você estava ansioso por tirar umas férias das prestações do imóvel para financiar uma última festança.

As declarações do Cern tiveram a intenção de aliviar temores de que um buraco negro sairia de seu novo Grande Colisor de Hádrons (LHC) e engoliria a Terra.

O pronunciamento da Nasa, na forma de vários posts em sites e um vídeo postado no YouTube, foi uma resposta a temores de que o mundo fosse acabar no dia 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como Grande Contagem no calendário maia teoricamente chegaria a um fim.

Filme

O burburinho em torno do fim dos dias atingiu o auge com o lançamento do filme “2012″, dirigido por Roland Emmerich, que já trouxe desgraças fictícias para a Terra anteriormente, com alienígenas e geleiras, em “Independence Day” e “O Dia Depois de Amanhã”.

No filme, o alinhamento entre o Sol e o centro da galáxia, no dia 21 de dezembro de 2012, faz com que o astro fique ensandecido e lance na superfície da Terra inúmeras partículas subatômicas ambíguas conhecidas como neutrinos.

De alguma forma, os neutrinos se transformam em outras partículas e aquecem o centro da Terra. A crosta terrestre perde suas amarras e começa a se enfraquecer e deslizar por aí.

Los Angeles cai no oceano; Yellowstone explode, causando uma chuva de cinzas no continente. Ondas gigantes varrem o Himalaia, onde governos do planeta tinham construído em segredo uma frota de arcas, nas quais 400 mil pessoas selecionadas poderiam se abrigar das águas.

Porém, essa é apenas uma versão do apocalipse. Em outras variações, um planeta chamado Nibiru colide com o nosso ou o campo magnético da Terra enlouquece.

Existem centenas de livros dedicados a 2012, e milhões de sites, dependendo de que combinação de “2012″ e “fim do mundo” você digite no Google.

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Neve do Monte Kilimanjaro já não é eterna

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O aquecimento global deve derreter toda a cobertura de neve do Monte Klimanjaro, o ponto mais alto do continente africano, em mais 20 anos. Os animais também sofrem com as alterações no clima.

O gelo também está derretendo na África. Uma informação científica chocou os africanos nesta semana. O Monte Kilimanjaro, o ponto mais alto do continente, em 20 anos não terá mais neve. Motivo: o aquecimento global.

O Kilimanjaro, com seu pico, até agora, “eternamente nevado”, é uma referência mundial da paisagem africana. O clima mais quente e seco, com menos nuvens, das últimas décadas já fez com que a cobertura de gelo do monte encolhesse 85%, desde o início do século. Analisando fotografias aéreas de várias épocas e dados sobre a espessura do manto de gelo, os pesquisadores concluíram que o belo branco do Monte Kilimanjaro terá desaparecido em 2022. Ou, no melhor dos cenários, em 2033.

E este é só um dos problemas na África. Os animais vêm sofrendo com o meio ambiente. Em 2009, centenas morreram no Quênia por causa das mudanças climáticas. Onde havia vegetação, os bichos encontraram terrenos secos e sem água. As estações do ano irregulares deixam os animais perdidos. A savana está morrendo, secando. Parques nacionais e reservas, como o Parque Kruger, na África do Sul, estão diminuindo. Os africanos perdem o verde. E os animais, o habitat.

Fonte: Fantástico


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Mudanças climática no Nordeste assustam os habitantes

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Desertificação do Nordeste brasileiro já ameaça áreas urbanas.

A erosão da terra e o assoreamento dos rios provocados pelo aquecimento global estão transformando partes da Amazônia em desertos.

Enquanto a África perde terras de savana, o Brasil deve ganhar áreas imensas com esse tipo de vegetação. Uma das consequências das mudanças climáticas do planeta será a transformação de parte da Floresta Amazônica em savana. No Nordeste, a paisagem original, que antes lembrava a savana, deve ficar cada vez mais parecida com um deserto.

A desertificação já alcança toda a região do semi-árido brasileiro. No sul do Piauí, a erosão do solo atinge 15 municípios. As plantas estão sumindo. A terra é imprestável. Cientista preveem que esse cenário deve se alastrar e piorar com o aquecimento global.

Os primeiros sinais de enfraquecimento do solo apareceram há quase 50 anos. As várias tentativas de se evitar o aumento da desertificação não deram certo. O resultado é que as voçorocas, que são imensas aberturas na superfície da terra, não param de crescer.

Em Gilbués está a maior área contínua de deserto do Brasil. Um problema que expulsa o homem do campo e já alcança a área urbana do município. “Está chegando cada vez mais próximo da cidade. Os moradores das casas próximas estão ficando com medo. O que eles podem fazer?”, indaga um morador.

A terra levada pela água da chuva mata também os rios. Um rio, no município de Monte Alegre, pode desaparecer. “Era muita água. Foi ficando mais fraco, e tudo aterrou”, conta uma senhora.

Enquanto no Nordeste as áreas de deserto crescem, no Sul e no Sudeste do Brasil, a previsão é outra: eventos extremos como tempestades, tornados e furacões serão ainda mais radicais e acontecerão com mais frequência.

Fonte: Fantástico


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Gelo derretendo rápido demais: um sinal?

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Bolívia: gelo que se acumulou em mil anos, derreteu em apenas dez

É a altitude que faz os Andes terem gelo, em plenos trópicos. Os picos passam dos 6 mil metros. Mas neles acontece a mudança mais dramática provocada pelo aquecimento global. Um fenômeno que vamos ver na geleira Huayna Potosí, a quase 5 mil metros de altitude.

Nosso guia percorre estas montanhas há três décadas. Ele aponta a face sul da montanha. O que se vê é só rocha. Ele se espanta, e a última vez que esteve aqui foi há apenas três meses.

“Nunca tinha visto, como está se descongelando. Todas as montanhas estão descongelando”, afirma o guia.

A geleira de Huayna Potosi cobria todo o vale e não era uma camada fina de gelo. No ponto mais espesso, chegava a ter 200 metros, cobria pedras. O gelo que levou mais de mil anos para se formar, desapareceu em apenas dez.

Cem metros acima, a geleira, linda e imponente, se derrete diante dos nossos olhos. Por toda parte, a água, aprisionada pelo frio há mais de um milênio, volta a correr.
O gelo está derretendo tão rápido, que é como se estivesse chovendo dentro da fenda. Em dez anos, os Andes bolivianos perderam 40% do seu gelo.

O guia não se conforma. “É triste. Daqui a uns dois anos mais, vai estar mais para dentro e desaparecerá”.

Como Chacaltaya, que hoje é apenas as ruínas do que foi um orgulho nacional. Foi a pista de ski mais alta do planeta, com 5,3 mil metros, mas, no começo dos anos 1990, os cientistas perceberam que a geleira que dava sustentação para a pista, estava derretendo.

A previsão na época foi muito pessimista. Ela não chegaria ao ano de 2015, mas a realidade foi pior. A pista de ski não chegou ao século 21 e se reduziu a uma manchinha de gelo lá no alto.

A temperatura na Bolívia já subiu quase 1ºC, mas o que provoca o desastre é a mudança no padrão de chuvas. Sem chuva, não há neve para repor. Mais tempo de sol, mais calor nas pedras.
Por causa da seca, boa parte da Bolívia declarou estado de emergência.

Na região de La Paz, as represas estão com menos de 10% da capacidade. Ao lado da capital, El Alto, um milhão de habitantes, a maioria vinda do campo, descobre que lá também falta água.

Dona Alessandra faz estoque. Ela diz que na maior parte dos dias, não tem nada. “Quando era pequena, nevava até quase a altura dos joelhos”, ela conta. “Nevava uma semana, três dias. Agora, é uma hora e sai o sol”.

Parte da família dela foi embora para o Brasil.

O que hoje é imigração ilegal pode se tornar uma crise de refugiados do clima. Nossos rios mais importantes, do Amazonas ao Paraná, tem as nascentes na Bolívia. O desastre não reconhece fronteiras.

Fonte: Fantastico


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