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Estudo: cientistas descrevem como seria o mundo 4°C mais quente

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À convite da Real Sociedade Britânica, cientistas de universidades e instituto de pesquisas realizaram estudo no qual descrevem como o mundo seria caso ficasse 4°C mais quente, já que previsões apontam que o mundo realmente passará por esta mudança até 2060. As informações são do site da revista New Scientist.

A mudança climática, estudos anteriores já apontavam, devastaria a maior parte da Amazônia e desregularia o ciclo de monções, mas a nova pesquisa indica que a falta de água seria mais severa. O aumento das temperaturas depende das ações humanas – se o aumento estagnar em 2°C, projeções apontam que os suprimentos de água já seriam baixos, graças à demanda da população. Porém, com aumento de 4°C, a falta de água tomaria proporções nunca antes vistas.

A maior parte da África Subsaariana veria sua agricultura ruir, com períodos de plantação em sua menor marca na história. A produção de milho diminuiria em 19% e a de feijão em 47%, em comparação às médias atuais.

Calor extremo, aumento do nível do mar e falta de água fariam muitas pessoas migrarem – porém, os mais pobres ficariam impossibilitados de sair de suas localidades; os cientistas, então, apontam que facilitações para mudança de país deveriam ser realizadas.

Fonte: Terra Ciências


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Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

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Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

As profecias de fim de mundo têm sempre um atractivo especial. Bastante atractivas são também as histórias sobre conhecimentos ocultos detidos por civilizações antigas. Vem isto a propósito do documentário feito pelo History Channel sobre a Profecia Maia, e que já se encontra à venda para o público (assim como vários livros sobre o mesmo assunto). O documentário pareceu bastante interessante e apelativo.

Basicamente a ideia é que os Maias, que tinham um calendário mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco – Hernan Cortez – a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.

Ora, sabe-se actualmente que nesta data durante o solestício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em alguma informação astronómica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terramotos, etc.

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

Os jardins de Westminster foram tomados por plantações de arroz, para lidar com a escassez de alimentos

Uma exposição de fotomontagens em Londres mostra como a cidade pode ser afetada por mudanças climáticas no futuro, conforme a visão de dois artistas. Em cartaz no Museu de Londres até março de 2011, as montagens foram criadas pelos ilustradores Robert Graves e Didier Madoc-Jones, que dizem ter estudado diversas teorias a respeito do impacto das transformações ambientais e das novas tecnologias no espaço urbano.

Lugares conhecidos da cidade aparecem completamente alagadas por causa de um aumento do nível do Rio Tâmisa, e prédios históricos como o Palácio de Buckingham estão cercados de favelas erguidas por refugiados ambientais de outros países. Carros somem das ruas e dão lugares a turbinas de energia eólica e células de produção de energia elétrica. Parques tradicionais da cidade se transformam em plantações tropicais e abrigam usinas nucleares, para mostrar como a cidade se adaptaria à escassez de comida e ao aqueciemnto global.

“Mostramos os desastres que londres poderia sofrer, mas não quisemos criar somente imagens de pesadelos. Nos esforçamos para mostrar como a cidade pode ter recursos aproveitáveis e como poderíamos nos adaptar para enfrentar o desafio das mudanças no meio ambiente”. As fotomontagens, feitas digitalmente, se transformaram na série “cartões postais do futuro”.

Fonte: Terra


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Média de temperatura em março foi maior já registrada

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 As temperaturas globais – estimuladas pelo fenômeno El Niño – alcançaram em março um nível recorde, indicou o Instituto Oceânico e Atmosférico americano (NOAA) em um comunicado.

“Condições mais quentes que o normal dominaram a terra, especialmente no norte da África, no sul da Ásia e no Canadá”, afirmou o NOAA. A temperatura média da superfície terrestre – que combina a da terra e a do mar – para março de 2010 foi a mais quente já registrada: 13,5ºC, o que equivale a 0,77°C a mais que a média do século XX, 12,7ºC, indicou a instituição.

A temperatura média dos oceanos foi a mais quente para qualquer mês de março desde o início do registro, em 1880, enquanto que a temperatura global da superfície terrestre foi a quarta maior para março, disse o NOAA, citando uma análise do National Climate Data Center.

O instituto disse ainda que o período janeiro-março foi o mais quente registrado no planeta. O NOAA destacou ainda que o fenômeno do El Niño, que se caracteriza por temperaturas maiores que o normal em águas das regiões central e oriental do Pacífico tropical, “contribuiu de forma significativa para o aquecimento no cinturão tropical e na temperatura geral dos oceanos”.

Espera-se que o El Niño mantenha sua influência no hemisfério Norte “pelo menos ao longo da primavera” boreal, afirmou o NOAA.

Fonte: Terra


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Média de temperatura em março foi maior já registrada

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As temperaturas globais – estimuladas pelo fenômeno El Niño – alcançaram em março um nível recorde, indicou o Instituto Oceânico e Atmosférico americano (NOAA) em um comunicado.

“Condições mais quentes que o normal dominaram a terra, especialmente no norte da África, no sul da Ásia e no Canadá”, afirmou o NOAA. A temperatura média da superfície terrestre – que combina a da terra e a do mar – para março de 2010 foi a mais quente já registrada: 13,5ºC, o que equivale a 0,77°C a mais que a média do século XX, 12,7ºC, indicou a instituição.

A temperatura média dos oceanos foi a mais quente para qualquer mês de março desde o início do registro, em 1880, enquanto que a temperatura global da superfície terrestre foi a quarta maior para março, disse o NOAA, citando uma análise do National Climate Data Center.

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Erupção na Islândia é pequena demais para resfriar o planeta

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Nuvem de cinzas cobre a região próxima ao vulcão, na Islândia

Grandes erupções vulcânicas já tiveram efeito refrigerador no clima da Terra, mas o recente evento na Islândia é pequeno demais para trazer alívio ao aquecimento global antropogênico, disseram cientistas nesta sexta-feira.

O evento marcante desta capacidade de refrigeração vulcânica dos últimos 20 anos ocorreu em 1991, quando o monte Pinatubo entrou em erupção nas Filipinas, resfriando a superfície terrestre em 0,5°C no ano seguinte, o suficiente para compensar o impacto dos gases causadores de efeito estufa entre 1991 e 1993.

Um episódio refrigerador menor ocorreu em 1980, quando o monte Santa Helena, no Estado americano de Washington, teve seu topo pulverizado, um evento que embora tenha sido impressionante, expeliu apenas um décimo do material liberado pelo Pinatubo.

O resfriamento se explica por uma fórmula simples: o vulcão libera grande quantidade de cinzas vulcânicas e dióxido de enxofre, que são transportados para a estratosfera, camada da atmosfera acima da troposfera, a mais próxima da superfície.

Lá, fenômenos físico-químicos criam uma fina camada de partículas esbranquiçadas que, durante meses ou anos, circundam a Terra e refletem parte dos raios solares, impedindo que a radiação atinja o solo.

“Basicamente, é como colocar um escudo refletor sobre o pára-brisa do carro, impedindo que o interior aqueça demais”, comparou Colin Macpherson, da Universidade Durham University, nordeste da Inglaterra.

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Possível redução na atividade solar não conterá aquecimento

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Uma redução na atividade solar equivalente à da “Pequena Era do Gelo” do século XVII causaria apenas uma pequena diminuição no ritmo do aquecimentoglobal, indicou um estudo nesta quarta-feira.

Uma diminuição da atividade solar nos últimos anos, relacionada a um número menor de manchas solares, cortaria em no máximo 0,3 grau Celsius o aumento previsto das temperaturas até 2100, caso ela se transforme no longo “Grande Mínimo” de intensidade, afirmaram eles.

“A noção de que estamos nos dirigindo a uma nova Pequena Era do Gelo caso o Sol de fato tenha entrado num Grande Mínimo é errada,” disse Georg Feulner, autor principal de um estudo do Instituto Postdam para Pesquisa sobre o Impacto do Clima, em um comunicado.

As temperaturas mundiais provavelmente subirão entre 3,7 e 4,5 graus Celsius até 2100, caso as emissões de gases-estufa continuem aumentando – muito mais que o impacto de mudanças conhecidas na atividade solar, informou o estudo.

O Sol passou por quatro Grandes Mínimos desde o século XIII, incluindo o Mínimo de Maunder, de 1645 e 1715, que se sobrepôs à Pequena Era do Gelo. O Rio Tâmisa congelou em Londres, por exemplo, entre 1683 e 1684.

As temperaturas mundiais aumentaram 0,7 grau Celsius desde que a Revolução Industrial levou ao maior uso de combustíveis fósseis, que liberam gases-estufa quando queimados, de acordo com um painel da Organização das Nações Unidas de cientistas que estudam o clima.

Fonte: Terra


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Neve do Monte Kilimanjaro já não é eterna

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O aquecimento global deve derreter toda a cobertura de neve do Monte Klimanjaro, o ponto mais alto do continente africano, em mais 20 anos. Os animais também sofrem com as alterações no clima.

O gelo também está derretendo na África. Uma informação científica chocou os africanos nesta semana. O Monte Kilimanjaro, o ponto mais alto do continente, em 20 anos não terá mais neve. Motivo: o aquecimento global.

O Kilimanjaro, com seu pico, até agora, “eternamente nevado”, é uma referência mundial da paisagem africana. O clima mais quente e seco, com menos nuvens, das últimas décadas já fez com que a cobertura de gelo do monte encolhesse 85%, desde o início do século. Analisando fotografias aéreas de várias épocas e dados sobre a espessura do manto de gelo, os pesquisadores concluíram que o belo branco do Monte Kilimanjaro terá desaparecido em 2022. Ou, no melhor dos cenários, em 2033.

E este é só um dos problemas na África. Os animais vêm sofrendo com o meio ambiente. Em 2009, centenas morreram no Quênia por causa das mudanças climáticas. Onde havia vegetação, os bichos encontraram terrenos secos e sem água. As estações do ano irregulares deixam os animais perdidos. A savana está morrendo, secando. Parques nacionais e reservas, como o Parque Kruger, na África do Sul, estão diminuindo. Os africanos perdem o verde. E os animais, o habitat.

Fonte: Fantástico


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Mudanças climática no Nordeste assustam os habitantes

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Desertificação do Nordeste brasileiro já ameaça áreas urbanas.

A erosão da terra e o assoreamento dos rios provocados pelo aquecimento global estão transformando partes da Amazônia em desertos.

Enquanto a África perde terras de savana, o Brasil deve ganhar áreas imensas com esse tipo de vegetação. Uma das consequências das mudanças climáticas do planeta será a transformação de parte da Floresta Amazônica em savana. No Nordeste, a paisagem original, que antes lembrava a savana, deve ficar cada vez mais parecida com um deserto.

A desertificação já alcança toda a região do semi-árido brasileiro. No sul do Piauí, a erosão do solo atinge 15 municípios. As plantas estão sumindo. A terra é imprestável. Cientista preveem que esse cenário deve se alastrar e piorar com o aquecimento global.

Os primeiros sinais de enfraquecimento do solo apareceram há quase 50 anos. As várias tentativas de se evitar o aumento da desertificação não deram certo. O resultado é que as voçorocas, que são imensas aberturas na superfície da terra, não param de crescer.

Em Gilbués está a maior área contínua de deserto do Brasil. Um problema que expulsa o homem do campo e já alcança a área urbana do município. “Está chegando cada vez mais próximo da cidade. Os moradores das casas próximas estão ficando com medo. O que eles podem fazer?”, indaga um morador.

A terra levada pela água da chuva mata também os rios. Um rio, no município de Monte Alegre, pode desaparecer. “Era muita água. Foi ficando mais fraco, e tudo aterrou”, conta uma senhora.

Enquanto no Nordeste as áreas de deserto crescem, no Sul e no Sudeste do Brasil, a previsão é outra: eventos extremos como tempestades, tornados e furacões serão ainda mais radicais e acontecerão com mais frequência.

Fonte: Fantástico


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Gelo derretendo rápido demais: um sinal?

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Bolívia: gelo que se acumulou em mil anos, derreteu em apenas dez

É a altitude que faz os Andes terem gelo, em plenos trópicos. Os picos passam dos 6 mil metros. Mas neles acontece a mudança mais dramática provocada pelo aquecimento global. Um fenômeno que vamos ver na geleira Huayna Potosí, a quase 5 mil metros de altitude.

Nosso guia percorre estas montanhas há três décadas. Ele aponta a face sul da montanha. O que se vê é só rocha. Ele se espanta, e a última vez que esteve aqui foi há apenas três meses.

“Nunca tinha visto, como está se descongelando. Todas as montanhas estão descongelando”, afirma o guia.

A geleira de Huayna Potosi cobria todo o vale e não era uma camada fina de gelo. No ponto mais espesso, chegava a ter 200 metros, cobria pedras. O gelo que levou mais de mil anos para se formar, desapareceu em apenas dez.

Cem metros acima, a geleira, linda e imponente, se derrete diante dos nossos olhos. Por toda parte, a água, aprisionada pelo frio há mais de um milênio, volta a correr.
O gelo está derretendo tão rápido, que é como se estivesse chovendo dentro da fenda. Em dez anos, os Andes bolivianos perderam 40% do seu gelo.

O guia não se conforma. “É triste. Daqui a uns dois anos mais, vai estar mais para dentro e desaparecerá”.

Como Chacaltaya, que hoje é apenas as ruínas do que foi um orgulho nacional. Foi a pista de ski mais alta do planeta, com 5,3 mil metros, mas, no começo dos anos 1990, os cientistas perceberam que a geleira que dava sustentação para a pista, estava derretendo.

A previsão na época foi muito pessimista. Ela não chegaria ao ano de 2015, mas a realidade foi pior. A pista de ski não chegou ao século 21 e se reduziu a uma manchinha de gelo lá no alto.

A temperatura na Bolívia já subiu quase 1ºC, mas o que provoca o desastre é a mudança no padrão de chuvas. Sem chuva, não há neve para repor. Mais tempo de sol, mais calor nas pedras.
Por causa da seca, boa parte da Bolívia declarou estado de emergência.

Na região de La Paz, as represas estão com menos de 10% da capacidade. Ao lado da capital, El Alto, um milhão de habitantes, a maioria vinda do campo, descobre que lá também falta água.

Dona Alessandra faz estoque. Ela diz que na maior parte dos dias, não tem nada. “Quando era pequena, nevava até quase a altura dos joelhos”, ela conta. “Nevava uma semana, três dias. Agora, é uma hora e sai o sol”.

Parte da família dela foi embora para o Brasil.

O que hoje é imigração ilegal pode se tornar uma crise de refugiados do clima. Nossos rios mais importantes, do Amazonas ao Paraná, tem as nascentes na Bolívia. O desastre não reconhece fronteiras.

Fonte: Fantastico


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