Posts Tagged 'asteróide'

Meteorito que atingiu a Rússia pesava 10 toneladas

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São Paulo – O meteorito que caiu em território russo nesta sexta-feira (15) e deixou pelo menos 900 pessoas feridas tinha 10 toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre. Ele estava a uma velocidade de 108.000 km/h, segundo a Roscosmos, Agência Espacial Russa.

Meteoritos são objetos compostos de rocha e metal que podem se desprender de corpos do sistema solar, viajar pelo espaço e cair na superfície terrestre. Muitas vezes, esses objetos celestes são tão pequenos que se desintegram quando entram na atmosfera terrestre. Portanto, incidentes como o da Rússia são raros.

É provável que o meteorito que atingiu a Rússia explodiu antes de alcançar o solo por causa do enorme calor gerado pela compressão do ar na frente do corpo celeste. Este fenômeno é conhecido como bólido ou explosão aérea.  Continuar lendo »


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Asteroide passará muito perto da Terra

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São Paulo – A Nasa anunciou que um asteroide passará muito próximo da Terra no dia 15 de fevereiro. No entanto, não existe possibilidade do corpo celeste atingir o planeta.

O asteroide, batizado de 2012 DA14, tem 45 metros de largura e vai passar a uma distância de 27,7 mil quilômetros da Terra. Essa distância é menor do que a mantida por satélites de comunicação na órbita terrestre.

Se o 2012 DA14 estivesse em rota de colisão com a Terra, ele produziria um impacto equivalente a 2.5 megatons de TNT, ou seja, o mesmo efeito de uma bomba atômica. Por isso, os cientistas acreditam que o impacto seria capaz de destruir uma grande cidade como Londres.

Apesar dos possíveis efeitos e da proximidade, os cientistas explicam que não há motivos para ter medo. Isso porque os cálculos sobre o trajeto do asteroide foram feitos pela Nasa com precisão. Os pesquisadores afirmam que não existe nenhuma chance de o asteroide colidir com a Terra. O máximo que pode acontecer é um impacto da rocha com algum satélite ou veículo espacial.

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Asteroide na rota da Terra é maior do que se pensava

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O asteroide Apophis, que deve se aproximar da Terra em 2029 e 2036, tem um diâmetro 20% superior às estimativas anteriores, segundo dados obtidos através do telescópio Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), no fim de semana passado.

Batizado com o nome da divindade egípcia do mal e da escuridão, Apophis (nome em grego do deus que os egípcios chamavam Apep) passará esta quarta-feira a 14,4 milhões de quilômetros da Terra, dando aos astrônomos a possibilidade de estudá-lo melhor.

Quando foi observado pela primeira vez, em 2004, os cientistas calcularam em 2,7% a probabilidade de uma colisão catastrófica com a Terra em abril de 2009, mas novas estimativas afastaram o risco, ao prever que nesta data passará a 36 mil quilômetros.

 O asteroide voltará a se aproximar do planeta em 2036, mas por enquanto é difícil estimar a que distância, visto que a primeira visita, em 2029, deverá modificar substancialmente sua órbita, razão pela qual é muito importante obter informação sobre seus parâmetros físicos para estimar melhor sua trajetória futura.

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Asteroide passa amanhã perto da Terra

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Asteroide passa amanhã perto da TerraUm asteroide do tamanho de um porta-aviões passa amanhã pela Terra a uma distância menor que a da órbita lunar

São Paulo — Os astrônomos estão acompanhando o asteroide YU55, que passa perto da Terra amanhã.

Segundo a Nasa, o asteroide é todo preto e tem forma quase esférica. Vai chegar a 325 mil quilômetros da Terra, 85% da distância da órbita lunar. Embora o YU55 transite regularmente perto da Terra (assim como de Vênus e de Marte), esta será sua maior aproximação, ao menos nos últimos 200 anos.

A Nasa está usando dois gigantescos radiotelescópios para observar o YU55. O primeiro, em Goldstone, na Califórnia, conta com uma antena móvel de 70 metros de diâmetro.

O segundo é o conhecido radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, com antena fixa de 305 metros de diâmetro. Com esses instrumentos, a agência espacial americana espera obter imagens detalhadas do asteroide amanhã.

As observações feitas em Arecibo mostram que o YU55 gira lentamente, com um período de rotação de cerca de 18 horas. Por causa da sua cor, descrita como “mais escura que carvão” pelos astrônomos em Porto Rico, ele não poderá ser observado facilmente por amadores. Para isso, será preciso usar um telescópio de grande abertura (15 centímetros ou mais).

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Profetas e cientistas prevêem o fim do mundo em outras datas

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A previsão do vidente mais famoso e respeitado do mundo, o francês Michel de Notredame (Nostradamus), é de que o mundo acabe em 3797, segundo diversos intérpretes de sua obra. Mas a cada dia surgem, principalmente na Internet, novas datas para o fim da humanidade. Algumas baseadas em evidências científicas e outras em visões, avisos divinos e superstições.

Se mesmo no dia 07/07/07, um dia considerado apocalíptico, nada aconteceu e nem em 06/06/06, no chamado feriado da besta, a Terra deixou de existir, dificilmente iria deixar em 08/08/08, 09/09/09, 10/10/10, 11/11/11 e 12/12/12 ou qualquer outra data “cabalística”.

Em 2007  houve uma previsão feita pelo apresentador de televisão Pat Robertson, evangélico ex-candidato à presidência dos Estados Unidos. Dia 2/1/07, em seu programa Clube 700, no canal Christian Broadcasting Network, Robertson disse que Deus o alertou sobre um ataque terrorista que, em setembro deste ano, causaria muitas mortes.

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Cientistas derrubam seis mitos sobre o fim do mundo

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O fim do mundo está próximo – 21 de dezembro de 2012, para ser mais exato – segundo teorias baseadas na suposta antiga previsão maia e divulgadas pela máquina de marketing por trás do filme “2012″. Mas será que a humanidade poderia realmente encontrar o seu fim em 2012, afogada em enchentes apocalípticas, atingida por um planeta secreto, tostada por um sol raivoso, ou lançada à deriva por continentes acelerados?

E será que a antiga civilização maia – cujo império teve seu apogeu entre 250 e 900 d.C. onde hoje é o México e a América Central – realmente previu o fim do mundo em 2012? Pelo menos um aspecto desse alarde sobre o fim do mundo em 2012, para algumas pessoas, é muito real: o medo.

O site da Nasa “Pergunte a um astrobiólogo”, por exemplo, recebeu milhares de perguntas sobre a previsão do fim do mundo em 2012: algumas perturbadoras, segundo David Morrison, cientista sênior do Instituto de Astrobiologia da Nasa.

“Muitos dos (que enviaram as perguntas) estão genuinamente assustados”, Morrison disse. “Houve dois adolescentes que estavam pensando em se matar, porque não queriam estar por aqui quando o mundo acabasse”, ele disse. “Duas mulheres nas últimas duas semanas disseram que estavam pensando em matar seus filhos e elas mesmas para não terem que sofrer com o fim do mundo.”

Felizmente, com a ajuda de cientistas como Morrison, a maioria dos cataclismos previstos para 2012 é facilmente explicada.

Mito 1 sobre 2012
Previsão maia do fim do mundo em 2012

O calendário maia não termina em 2012, como alguns afirmaram, e esse povo antigo nunca considerou tal ano como o tempo do fim do mundo, dizem arqueólogos. Mas 21 de dezembro de 2012, (um dia a mais ou a menos) é, todavia, importante para os maias.

“É a época em que o maior ciclo do calendário maia – 1.872.000 dias ou 5.125,37 anos – acaba e um novo ciclo começa”, disse Anthony Aveni, especialista em povo maia e arqueoastrônomo da Universidade Colgate em Hamilton, Nova York.

Os maias registravam o tempo em uma escala que poucas culturas consideraram. Durante o apogeu do império, os maias inventaram a Grande Contagem – um comprido calendário circular que “transplantava as raízes da cultura maia desde a criação do mundo em si”, Aveni disse.

Durante o solstício de inverno de 2012, encerra-se a era atual do calendário da Grande Contagem, que começava no que os maias viam como o último período da criação do mundo: 11 de agosto de 3114 a.C. Os maias escreveram essa data, que precedeu sua civilização em milhares de anos, como o Dia Zero, ou 13.0.0.0.0.

Em dezembro de 2012, a longa era termina e o complicado calendário cíclico volta ao Dia Zero, iniciando outro grande ciclo.

“A ideia é que o tempo se renova, que o mundo se renova novamente – muitas vezes após um período de estresse – da mesma forma que renovamos o tempo no dia de Ano Novo ou mesmo na segunda-feira de manhã”, disse Aveni, autor de “The End of Time: The Maya Mystery of 2012.”

Mito 2 sobre 2012
Continentes em ruptura vão destruir a civilização

Em algumas profecias do fim do mundo em 2012, a Terra se torna uma armadilha mortal ao passar por um “deslocamento de pólos”.

A crosta e o manto do planeta irão de repente se deslocar, girando em torno do núcleo externo de ferro líquido da Terra como a casca de uma laranja gira em torno de sua suculenta fruta.

“2012″, o filme, imagina um deslocamento polar previsto pelos maias, desencadeado por uma força gravitacional extrema sobre o planeta, graças a um raro ¿alinhamento galáctico” – e por uma radiação solar massiva que desestabiliza o centro da Terra ao aquecê-lo.

A ruptura de oceanos e continentes despeja cidades no mar, arrasta palmeiras para os pólos e gera terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e outros desastres.

Os cientistas descartam cenários tão drásticos, mas alguns pesquisadores têm especulado que um deslocamento mais sutil poderia ocorrer, por exemplo, se a distribuição de massa sobre ou dentro do planeta mudasse radicalmente, devido a, digamos, o derretimento das calotas polares.

O geólogo da Universidade de Princeton Adam Maloof, que estudou extensivamente os deslocamentos polares, disse que a evidência magnética nas rochas confirma que os continentes passaram por um rearranjo drástico, mas o processo levou milhões de anos – lento o bastante para a humanidade não sentir o movimento.

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Organismos sobrevivem ao fim do mundo

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As previsões mais catastróficas da ficção científica descrevem a aniquilação da Terra pela chegada de um grande asteróide.

O impacto da colisão não seria a única causa da destruição, pois toneladas de poeira seriam lançadas na atmosfera, formando uma camada que bloquearia os raios solares e mergulharia o planeta em uma grande noite. Acabando com a base da cadeia alimentar – as plantas, que dependem do Sol para realizar fotossíntese – , as espécies do planeta azul estariam condenadas.

Neste cenário terrível, no entanto, alguns microorganismos, capazes de mudar a forma que se alimentam para sobreviver, conseguiriam garantir a continuidade da vida.

A descoberta foi feita pela equipe de Charles Cockell, da Open University, em Milton Keynes, Reino Unido. Em laboratório, eles simularam os seis meses de escuridão que sucederiam tal evento, bem como os meses de pouca luz que viriam em seguida.

Diferentes colônias foram estudadas: a de organismos autótrofos (que conseguem produzir seu próprio alimento a partir de matéria inorgânica, como as plantas que realizam fotossíntese); e a de organismos mixótrofos (aqueles que se nutrem diretamente de matéria orgânica, mas que também são capazes de realizar fotossíntese).

Os mixótrofos conseguiram sobreviver a seis meses de escuridão utilizando carbono orgânico dissolvido, que pode ser liberado pela biomassa de outros organismos mortos. Eles não só aumentaram sua taxa de alimentação, como inclusive aumentaram a população. Por outro lado, as espécies autótrofas, que dependem exclusivamente da luz para gerar energia, morreram. Os poucos sobreviventes, que entraram em estado de dormência na escuridão, foram capazes de voltar à ativa assim que um pouco de luz começou a penetrar no ambiente.

Quando isso aconteceu, o mixótrofos voltaram a também fazer uso da luz como forma de produzir alimento, provando que a volta da fotossíntese após uma catástrofe de grandes proporções pode ser relativamente rápida. Os autores do experimento sugerem que, nessas condições, os organismos mixótrofos teriam importante papel na manutenção na resistência da biosfera fotossintética.

O estudo foi publicado na astrobiology.

Fonte: NFO Online


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Cientistas estudam método para desviar asteróide da Terra

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Até o presente momento, não existe nenhuma tecnologia capaz de evitar uma grande colisão de um asteróide com a Terra. Os cientistas, no entanto, se empenham na esperança de solucionar o problema, levando em consideração, a quantidade de asteróides que passam raspando o planeta constantemente.

No último dia 2 de março desse ano, um asteróide recém descoberto passou pela Terra de raspão. Segundo astrônomos, o objeto teria feito aproximação máxima do planeta na manhã do dia 2. O astro passou a aproximadamente 70 mil quilômetros da superfície. Os cientistas só perceberam a aproximação dele cinco dias antes de um potencial impacto.

A preocupação dos cientistas sobre esse assunto não é algo novo, eles trabalham desde a instalação de foguetes propulsores na própria rocha, que a tirariam da rota de colisão até à explosão atômica do asteróide, que o fragmentaria em mil pedaços.

De acordo com David French, há uma forma relativamente simples e segura de desviar asteróides e outros objetos em rota de colisão contra a Terra. Frenc que é aluno de doutorado em engenharia aeroespacial da Universidade da Carolina do Norte, apresentou a seguinte tese: “basta prender ao asteróide uma longa corrente presa a uma âncora, com esse simples método você muda o centro de massa do objeto alterando efetivamente sua órbita”, afirma. O aluno explica que dessa forma, ao invés de se chocar com a Terra, o asteróide avança em outra direção.

A teoria de French ganhou a simpatia de vários cientistas e foi aceita para ser apresentada na Conferência Space 2009, promovida pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Espaço. O evento ocorreu em setembro na Califórnia.

Hoje mais de 1000 objetos “potencialmente perigosos” representam algum tipo de risco contra a Terra. Embora nenhum deles esteja em rota de colisão, podem acontecer alterações de órbitas provocadas por atração gravitacional ou interações com o vento solar. São essas alterações em suas trajetórias que podem fazê-los impactar contra a Terra.

Segundo French, e seu orientador Andre Mazzolen, professor de mecânica e engenharia aeroespacial, o sistema “asteroide-corrente-âncora” pode ter sua dinâmica alterada, reduzindo ou eliminando a chance de impacto. Ele lembra que a Terra vem sendo atingida por objetos desde há muito tempo. “Nós conhecemos bem os efeitos negativos disso. Há 65 milhões de anos um asteróide de grande tamanho atingiu aTerra ao sul do Golfo do México e simplesmente varreu os dinossauros do mapa. Em 1907, um pequeno fragmento, talvez originado de um cometa, praticamente acabou com uma área similar a Nova York. Em outras palavras, a escala para nossa solução é difícil de ser avaliada”, explicou French.


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