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Estudo: cientistas descrevem como seria o mundo 4°C mais quente

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À convite da Real Sociedade Britânica, cientistas de universidades e instituto de pesquisas realizaram estudo no qual descrevem como o mundo seria caso ficasse 4°C mais quente, já que previsões apontam que o mundo realmente passará por esta mudança até 2060. As informações são do site da revista New Scientist.

A mudança climática, estudos anteriores já apontavam, devastaria a maior parte da Amazônia e desregularia o ciclo de monções, mas a nova pesquisa indica que a falta de água seria mais severa. O aumento das temperaturas depende das ações humanas – se o aumento estagnar em 2°C, projeções apontam que os suprimentos de água já seriam baixos, graças à demanda da população. Porém, com aumento de 4°C, a falta de água tomaria proporções nunca antes vistas.

A maior parte da África Subsaariana veria sua agricultura ruir, com períodos de plantação em sua menor marca na história. A produção de milho diminuiria em 19% e a de feijão em 47%, em comparação às médias atuais.

Calor extremo, aumento do nível do mar e falta de água fariam muitas pessoas migrarem – porém, os mais pobres ficariam impossibilitados de sair de suas localidades; os cientistas, então, apontam que facilitações para mudança de país deveriam ser realizadas.

Fonte: Terra Ciências


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Hubble flagra estrela ‘devorando’ planeta

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Hubble flagra estrela “devorando” planeta

Concepção artística mostra estrela absorvendo matéria do planeta WASP-12b, o mais quente conhecido na Via Láctea

O telescópio Hubble registrou o início do “jantar” de uma estrela na Via Láctea. O prato: o planeta mais quente conhecido na nossa galáxia. Contudo, a refeição não deve ser rápida – os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, estimam que vai demorar ainda cerca de 10 milhões de anos até que o planeta WASP-12b seja completamente devorado por sua estrela, a WASP-12.

O planeta está tão próximo de sua estrela que a temperatura nele passa dos 1,5 mil °C e sua forma lembra uma bola de futebol americano. Com uma massa 40% maior que a de Júpiter, o WASP-12b teve sua atmosfera inchada pela ação do calor e está jogando material na estrela.

Segundo a Nasa, a troca de matéria entre dois corpos celestes é comum em um sistema binário, mas é a primeira vez que isso é registrado tão claramente acontecendo com um planeta. “Nós vemos uma grande nuvem de matéria ao redor do planeta, a qual está escapando e será capturada pela estrela. Nós temos também elementos químicos nunca antes vistos em planetas fora do nosso sistema solar”, diz Carole Haswell, da Universidade Open, que liderou os astrônomos. Entre os elementos que a cientista afirma que são absorvidos, estão alumínio, estanho e manganês.

Ainda de acordo com a Nasa, Shu-lin Li, da Universidade de Pequim, já havia teorizado em um artigo que a força gravitacional da estrela havia distorcido a forma do planeta e ele estava tão quente que sua atmosfera havia sido expandida. As observações feitas pelo Hubble confirmam essa teoria, diz a agência espacial.

Fonte: Terra


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Gelo derretendo rápido demais: um sinal?

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Bolívia: gelo que se acumulou em mil anos, derreteu em apenas dez

É a altitude que faz os Andes terem gelo, em plenos trópicos. Os picos passam dos 6 mil metros. Mas neles acontece a mudança mais dramática provocada pelo aquecimento global. Um fenômeno que vamos ver na geleira Huayna Potosí, a quase 5 mil metros de altitude.

Nosso guia percorre estas montanhas há três décadas. Ele aponta a face sul da montanha. O que se vê é só rocha. Ele se espanta, e a última vez que esteve aqui foi há apenas três meses.

“Nunca tinha visto, como está se descongelando. Todas as montanhas estão descongelando”, afirma o guia.

A geleira de Huayna Potosi cobria todo o vale e não era uma camada fina de gelo. No ponto mais espesso, chegava a ter 200 metros, cobria pedras. O gelo que levou mais de mil anos para se formar, desapareceu em apenas dez.

Cem metros acima, a geleira, linda e imponente, se derrete diante dos nossos olhos. Por toda parte, a água, aprisionada pelo frio há mais de um milênio, volta a correr.
O gelo está derretendo tão rápido, que é como se estivesse chovendo dentro da fenda. Em dez anos, os Andes bolivianos perderam 40% do seu gelo.

O guia não se conforma. “É triste. Daqui a uns dois anos mais, vai estar mais para dentro e desaparecerá”.

Como Chacaltaya, que hoje é apenas as ruínas do que foi um orgulho nacional. Foi a pista de ski mais alta do planeta, com 5,3 mil metros, mas, no começo dos anos 1990, os cientistas perceberam que a geleira que dava sustentação para a pista, estava derretendo.

A previsão na época foi muito pessimista. Ela não chegaria ao ano de 2015, mas a realidade foi pior. A pista de ski não chegou ao século 21 e se reduziu a uma manchinha de gelo lá no alto.

A temperatura na Bolívia já subiu quase 1ºC, mas o que provoca o desastre é a mudança no padrão de chuvas. Sem chuva, não há neve para repor. Mais tempo de sol, mais calor nas pedras.
Por causa da seca, boa parte da Bolívia declarou estado de emergência.

Na região de La Paz, as represas estão com menos de 10% da capacidade. Ao lado da capital, El Alto, um milhão de habitantes, a maioria vinda do campo, descobre que lá também falta água.

Dona Alessandra faz estoque. Ela diz que na maior parte dos dias, não tem nada. “Quando era pequena, nevava até quase a altura dos joelhos”, ela conta. “Nevava uma semana, três dias. Agora, é uma hora e sai o sol”.

Parte da família dela foi embora para o Brasil.

O que hoje é imigração ilegal pode se tornar uma crise de refugiados do clima. Nossos rios mais importantes, do Amazonas ao Paraná, tem as nascentes na Bolívia. O desastre não reconhece fronteiras.

Fonte: Fantastico


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A 4ª Profecia Maia

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A quarta profecia Maia diz que o aumento da temperatura cusado pela conduta anti ecológica do homem e uma maior atividade do sol provocará um derretimento do gelo nos polos. Se o sol aumenta seus níveis de atividade acima do normal haverá uma maior produção de vento solar, mais erupções massivas desde a coroa do sol, um auemnto de irradiação e um incremento na temperatura do planeta.

Os Maias se basearam no giro de 584 dias do planeta Vênus, para calibrar seus cálculos solares. Vênus é um planeta facilmente visível no céu, pois sua órbita está entre a terra e o sol. Eles deixaram registrado no códice Dresde que cada 117 giros de Vênus marcados cada vez que aparece no mesmo lugar no céu, o sol sofre fortes alterações, aparecem enormes manchas e erupções dos ventos solares.

Advertiram que cada 1.872.000 kins ou 5.125 anos se produze alterações ainda maiores e que quanto isto ocorre o homem deve estar alerta, é um presságio de mudanças e destruição. No códice Dresde também figura a cifra 1.366.560 kin que tem uma diferença de um katum, 20 anos com a cifra que aparece no tempo da cruz.

No tempo da cruz no palenque está talhado a cifra 1.366.540 kins a diferença que tem com o q está anotado no códice Dresde, é de 20 anos ou um katum. É um período de tempo que chamavam o tempo do não tempo, no qual estamos vivendo desde 1992, as mudanças na atividade do sol serão mais fortes, posto que as proteções que temos a nível planetário se estão debilitando, o escudo eletromagnético que nos cobre está diminuindo sua intensidade.

A 4ª Profecia Maia

A produção do ozônio na ionosfera que impedia os raios ultravioletas tem diminuido e tem aparecido uns enormes agujeros sobre os polos permitindo a chegada dos raios de sol a superficie do planeta. A atividade do homem está alterando a composição da atmosfera, produzindo o chamado efeito invernadero que atrapa o calor e aumenta a temperatura.

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