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Fotógrafo retrata intensificação da aurora boreal

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A aurora boreal, fenômeno luminoso que ocorre no pólo Norte, geralmente na época dos equinócios, está se intensificando desde 2007 e deve atingir o ápice de luminosidade em 2012, segundo a Nasa – a agência espacial americana.

Fotógrafo retrata intensificação da aurora boreal

Fotógrafo islandês Orvar Thorgiersson está registrando a evolução do fenômeno aurora boreal

O fenômeno é causado pelos ventos solares que carregam um fluxo contínuo de partículas elétricas liberadas pelas explosões que ocorrem na superfície do Sol. Quando estas partículas atingem os campos magnéticos da Terra algumas ficam retidas provocando a luminosidade intensa pela liberação de energia ocorrida com a colisão destas partículas com as moléculas e átomos presentes na atmosfera.

O fotógrafo islandês Orvar Thorgiersson, 35, está registrando a evolução do fenômeno. “Agora há dias em que as luzes são tão claras que você pode ler um livro à noite. Elas são mais claras que a lua”, diz.

O evento será causado pelo máximo solar, período em que o campo magnético no equador do sol roda num ritmo ligeiramente superior ao dos seus pólos. O ciclo solar leva em média 11 anos entre um máximo solar e o outro. O último máximo solar ocorreu em 2000. Segundo a Nasa, o próximo, que ocorrerá em 2012, deve ser o maior desde 1958, quando a aurora boreal surpreendeu os habitantes do México com três ocorrências.

Em 2012, espera-se que as luzes da aurora possam ser vistas até a latitude de Roma. No entanto, caso seja de fato tão intenso, o fenômeno poderá causar problemas a telefones celulares e sistemas de GPS pela liberação de energia num grau mais elevado.

Fonte: Terra Ciências


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Média de temperatura em março foi maior já registrada

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 As temperaturas globais – estimuladas pelo fenômeno El Niño – alcançaram em março um nível recorde, indicou o Instituto Oceânico e Atmosférico americano (NOAA) em um comunicado.

“Condições mais quentes que o normal dominaram a terra, especialmente no norte da África, no sul da Ásia e no Canadá”, afirmou o NOAA. A temperatura média da superfície terrestre – que combina a da terra e a do mar – para março de 2010 foi a mais quente já registrada: 13,5ºC, o que equivale a 0,77°C a mais que a média do século XX, 12,7ºC, indicou a instituição.

A temperatura média dos oceanos foi a mais quente para qualquer mês de março desde o início do registro, em 1880, enquanto que a temperatura global da superfície terrestre foi a quarta maior para março, disse o NOAA, citando uma análise do National Climate Data Center.

O instituto disse ainda que o período janeiro-março foi o mais quente registrado no planeta. O NOAA destacou ainda que o fenômeno do El Niño, que se caracteriza por temperaturas maiores que o normal em águas das regiões central e oriental do Pacífico tropical, “contribuiu de forma significativa para o aquecimento no cinturão tropical e na temperatura geral dos oceanos”.

Espera-se que o El Niño mantenha sua influência no hemisfério Norte “pelo menos ao longo da primavera” boreal, afirmou o NOAA.

Fonte: Terra


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Média de temperatura em março foi maior já registrada

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As temperaturas globais – estimuladas pelo fenômeno El Niño – alcançaram em março um nível recorde, indicou o Instituto Oceânico e Atmosférico americano (NOAA) em um comunicado.

“Condições mais quentes que o normal dominaram a terra, especialmente no norte da África, no sul da Ásia e no Canadá”, afirmou o NOAA. A temperatura média da superfície terrestre – que combina a da terra e a do mar – para março de 2010 foi a mais quente já registrada: 13,5ºC, o que equivale a 0,77°C a mais que a média do século XX, 12,7ºC, indicou a instituição.

A temperatura média dos oceanos foi a mais quente para qualquer mês de março desde o início do registro, em 1880, enquanto que a temperatura global da superfície terrestre foi a quarta maior para março, disse o NOAA, citando uma análise do National Climate Data Center.

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Erupção na Islândia é pequena demais para resfriar o planeta

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Nuvem de cinzas cobre a região próxima ao vulcão, na Islândia

Grandes erupções vulcânicas já tiveram efeito refrigerador no clima da Terra, mas o recente evento na Islândia é pequeno demais para trazer alívio ao aquecimento global antropogênico, disseram cientistas nesta sexta-feira.

O evento marcante desta capacidade de refrigeração vulcânica dos últimos 20 anos ocorreu em 1991, quando o monte Pinatubo entrou em erupção nas Filipinas, resfriando a superfície terrestre em 0,5°C no ano seguinte, o suficiente para compensar o impacto dos gases causadores de efeito estufa entre 1991 e 1993.

Um episódio refrigerador menor ocorreu em 1980, quando o monte Santa Helena, no Estado americano de Washington, teve seu topo pulverizado, um evento que embora tenha sido impressionante, expeliu apenas um décimo do material liberado pelo Pinatubo.

O resfriamento se explica por uma fórmula simples: o vulcão libera grande quantidade de cinzas vulcânicas e dióxido de enxofre, que são transportados para a estratosfera, camada da atmosfera acima da troposfera, a mais próxima da superfície.

Lá, fenômenos físico-químicos criam uma fina camada de partículas esbranquiçadas que, durante meses ou anos, circundam a Terra e refletem parte dos raios solares, impedindo que a radiação atinja o solo.

“Basicamente, é como colocar um escudo refletor sobre o pára-brisa do carro, impedindo que o interior aqueça demais”, comparou Colin Macpherson, da Universidade Durham University, nordeste da Inglaterra.

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Vida voltou rápido após queda do meteoro

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Estudo afirma que a vida teria se recuperado rápido após impacto do meteoro que exterminou grande parte das espécies na Terra há 65 milhões de anos.

A teoria de que um grande impacto liquidou com milhares de seres vivos, entre eles os dinossauros, foi elaborada em 1980 por Luiz Alvarez. Desde então, estudos indicam que o processo de recuperação do planeta pós-impacto poderia ter levado milhões de anos.

No entanto, em estudo publicado este mês na Science, pesquisadores relatam que pelo menos algumas formas de vida marinha microscópica se recuperaram cerca de um século após a extinção em massa.

A diferença dos números anteriores para os encontrados pela equipe liderada pelo MIT se dá porque as análises em camadas de sedimentos do período eram feitas buscando vestígios fósseis. O problema é que as primeiras formas de vida que surgiram após o impacto seriam pequenos organismos de corpo mole – seres fotossintetizantes, como algas e cianobactérias — que não possuíam conchas ou outras partes duras que deixassem vestígios físicos.

A nova pesquisa utilizou um espectrômetro de massa para medir quantidades ínfimas de diferentes moléculas nas rochas – uma espécie de busca por fósseis químicos. Esses vestígios orgânicos (em sua maioria, carbono e hidrogênio) podem revelar a presença de tipos específicos de organismos que não deixaram partes de seu corpo para contar história.

O local escolhido para análise foi um penhasco em Stevns Klint, na Dinamarca. A locação era ideal pois apresentava uma camada bastante grossa, com cerca de 40 centímetros de espessura, datada do período estudado.

Com a análise, cientistas traçaram um novo panorama do que aconteceu na Terra: imediatamente depois do choque, certas áreas do oceano foram privadas de oxigênio e se tornaram um ambiente hostil para as algas. No entanto, perto do continente, a vida teria desaparecido por apenas um período curto, já que em menos de 100 anos a produtividade das algas mostrou os primeiros sinais de recuperação.

A descoberta ainda dá evidências de que a escuridão no planeta foi mais curta do que se pensava após o impacto, afinal, os organismos encontrados já realizavam fotossíntese – pelo menos no ambiente da costa estudada.

A equipe quer estudar outras locações para determinar se a recuperação rápida realmente foi um fenômeno disperso.

Fonte: INFO Online


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Derretimento do Ártico está matando os ursos polares

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Com a redução da área ocupada pelo gelo, os ursos têm dificuldade para buscar alimento.

Uma imagem divulgada esta semana deixou todo o mundo perplexo: as neves do Kilimanjaro, o famoso monte da Tanzânia, ponto mais elevado do continente africano, estão desaparecendo.

E a previsão é triste: em 20 anos, dizem os pesquisadores, não haverá um único campo de gelo na região. Que fenômeno é esse que afeta o Kilimanjaro, se repete em geleiras tropicais e chega até ao Ártico?

No ártico, acontece todos os anos a mais radical mudança de estação de todo o planeta Terra. Em três meses, quando chega o verão, sete milhões de quilômetros quadrados de gelo desaparecem.

Tem sido assim há milênios, mas, nos últimos anos, o fenômeno mudou de escala. Cada vez, mais gelo derrete, um drama para os ursos polares.

O período em que o oceano fica congelado é o melhor para os ursos polares. A caça é farta e fácil. Cada urso precisa pegar uma foca por semana. Enquanto o mar está sólido, eles não passam fome. Ursos são exímios nadadores. E andar no gelo é a maneira mais fácil de se aproximar das focas.

É por isso que, quando o verão começa a clarear o Ártico, a situação fica sombria para os ursos. Aquecido pelo sol e agitado pelo vento, o gelo se despedaça todo.

Um urso pode sentir o cheiro de uma foca a mais de um quilômetro de distância, mas é difícil encontrar a presa em uma paisagem que não para de mudar. A cada dia sem comida, um urso jovem perde um quilo.

As previsões mais recentes indicam que o Ártico pode ficar completamente sem gelo na época de verão daqui a 20 ou 40 anos. E talvez sem ursos.

Uma mãe e seu filhote adolescente recuperam suas forças sobre um fragmento de mar congelado, um dos últimos. Em volta, o mundo de gelo onde vivem sumiu, derreteu. Estão abandonados à própria sorte.

Fonte: Fantástico


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Gelo derretendo rápido demais: um sinal?

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Bolívia: gelo que se acumulou em mil anos, derreteu em apenas dez

É a altitude que faz os Andes terem gelo, em plenos trópicos. Os picos passam dos 6 mil metros. Mas neles acontece a mudança mais dramática provocada pelo aquecimento global. Um fenômeno que vamos ver na geleira Huayna Potosí, a quase 5 mil metros de altitude.

Nosso guia percorre estas montanhas há três décadas. Ele aponta a face sul da montanha. O que se vê é só rocha. Ele se espanta, e a última vez que esteve aqui foi há apenas três meses.

“Nunca tinha visto, como está se descongelando. Todas as montanhas estão descongelando”, afirma o guia.

A geleira de Huayna Potosi cobria todo o vale e não era uma camada fina de gelo. No ponto mais espesso, chegava a ter 200 metros, cobria pedras. O gelo que levou mais de mil anos para se formar, desapareceu em apenas dez.

Cem metros acima, a geleira, linda e imponente, se derrete diante dos nossos olhos. Por toda parte, a água, aprisionada pelo frio há mais de um milênio, volta a correr.
O gelo está derretendo tão rápido, que é como se estivesse chovendo dentro da fenda. Em dez anos, os Andes bolivianos perderam 40% do seu gelo.

O guia não se conforma. “É triste. Daqui a uns dois anos mais, vai estar mais para dentro e desaparecerá”.

Como Chacaltaya, que hoje é apenas as ruínas do que foi um orgulho nacional. Foi a pista de ski mais alta do planeta, com 5,3 mil metros, mas, no começo dos anos 1990, os cientistas perceberam que a geleira que dava sustentação para a pista, estava derretendo.

A previsão na época foi muito pessimista. Ela não chegaria ao ano de 2015, mas a realidade foi pior. A pista de ski não chegou ao século 21 e se reduziu a uma manchinha de gelo lá no alto.

A temperatura na Bolívia já subiu quase 1ºC, mas o que provoca o desastre é a mudança no padrão de chuvas. Sem chuva, não há neve para repor. Mais tempo de sol, mais calor nas pedras.
Por causa da seca, boa parte da Bolívia declarou estado de emergência.

Na região de La Paz, as represas estão com menos de 10% da capacidade. Ao lado da capital, El Alto, um milhão de habitantes, a maioria vinda do campo, descobre que lá também falta água.

Dona Alessandra faz estoque. Ela diz que na maior parte dos dias, não tem nada. “Quando era pequena, nevava até quase a altura dos joelhos”, ela conta. “Nevava uma semana, três dias. Agora, é uma hora e sai o sol”.

Parte da família dela foi embora para o Brasil.

O que hoje é imigração ilegal pode se tornar uma crise de refugiados do clima. Nossos rios mais importantes, do Amazonas ao Paraná, tem as nascentes na Bolívia. O desastre não reconhece fronteiras.

Fonte: Fantastico


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