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Colisão vai por fim a Via Láctea em 4 bi de anos

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São Paulo – Um estudo feito com ajuda do Telescópio Hubble, da Nasa, descobriu que em quatro bilhões de anos, a Via Láctea deixará de existir. Segundo os cientistas, outra galáxia irá colidir com a nossa.

Essa galáxia, a Andrômeda, tem o mesmo tamanho da Via Láctea e está a 2,5 milhões de anos-luz de distância. Isso a torna a galáxia mais próxima da nossa. Acontece que ela caminha para uma inevitável colisão frontal com a Via Láctea.

Nos dois bilhões de anos seguintes após a batida, uma única galáxia será formada. Essa colisão entre a Via Láctea e Andrômeda deve ejetar o Sistema Solar para fora da posição atual, a 26.000 anos-luz do centro da galáxia. Com isso, o Sol pode ir para bem longe da Via Láctea. Porém, a Terra não está em perigo, segundo a Nasa.

Quando essa colisão acontecer, um novo corpo galáctico irá surgir a partir da união de Andrômeda com a Via Láctea. Segundo cálculos astronômicos, essa nova galáxia terá forma elíptica, ao invés do atual formato espiral da Via Láctea.

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Telescópio do ESO capta aglomerado estelar ‘ignorado’

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O ESO (Observatório Europeu do Sul) divulgou nesta quarta-feira a foto do aglomerado estelar NGC 2100. Ele está localizado na galáxia Grande Nuvem de Magalhães e é relativamente “jovem”, com cerca de 15 milhões de anos.

As estrelas que compõem o NGC 2100 são mais velhas e menos energéticas e, logo, têm pouca ou nenhuma nebulosidade associada a elas.

Vista do espaço, fronteira entre Índia e Paquistão é da cor laranja

Por esse motivo, muitas vezes o NGC 2100 é ignorado pelos observadores espaciais, perdendo lugar para seus vizinhos –a nebulosa da Tarântula e o superaglomerado RMC 136.

Telescópio do ESO capta aglomerado estelar 'ignorado'O NGC 2100 tem cerca de 15 milhões de anos e situa-se na galáxia Grande Nuvem de Magalhães

A imagem feita por um dos telescópios do ESO, o New Technology Telescope, no Chile, mostra hidrogênio ionizado (em vermelho) e oxigênio (em azul).

Esses aglomerados são grupos de estrelas que se formaram quase ao mesmo tempo a partir de uma única nuvem de gás e poeira.

As estrelas de maior massa tendem a formar-se no centro, enquanto que as de menor massa dominam as regiões externas.

Fonte: Folha Ciência

 

 


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Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

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Fim do mundo a 21 de Dezembro de 2012

As profecias de fim de mundo têm sempre um atractivo especial. Bastante atractivas são também as histórias sobre conhecimentos ocultos detidos por civilizações antigas. Vem isto a propósito do documentário feito pelo History Channel sobre a Profecia Maia, e que já se encontra à venda para o público (assim como vários livros sobre o mesmo assunto). O documentário pareceu bastante interessante e apelativo.

Basicamente a ideia é que os Maias, que tinham um calendário mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, previram vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco – Hernan Cortez – a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solestício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.

Ora, sabe-se actualmente que nesta data durante o solestício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em alguma informação astronómica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terramotos, etc.

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Hubble flagra estrela ‘devorando’ planeta

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Hubble flagra estrela “devorando” planeta

Concepção artística mostra estrela absorvendo matéria do planeta WASP-12b, o mais quente conhecido na Via Láctea

O telescópio Hubble registrou o início do “jantar” de uma estrela na Via Láctea. O prato: o planeta mais quente conhecido na nossa galáxia. Contudo, a refeição não deve ser rápida – os cientistas da Nasa, a agência espacial americana, estimam que vai demorar ainda cerca de 10 milhões de anos até que o planeta WASP-12b seja completamente devorado por sua estrela, a WASP-12.

O planeta está tão próximo de sua estrela que a temperatura nele passa dos 1,5 mil °C e sua forma lembra uma bola de futebol americano. Com uma massa 40% maior que a de Júpiter, o WASP-12b teve sua atmosfera inchada pela ação do calor e está jogando material na estrela.

Segundo a Nasa, a troca de matéria entre dois corpos celestes é comum em um sistema binário, mas é a primeira vez que isso é registrado tão claramente acontecendo com um planeta. “Nós vemos uma grande nuvem de matéria ao redor do planeta, a qual está escapando e será capturada pela estrela. Nós temos também elementos químicos nunca antes vistos em planetas fora do nosso sistema solar”, diz Carole Haswell, da Universidade Open, que liderou os astrônomos. Entre os elementos que a cientista afirma que são absorvidos, estão alumínio, estanho e manganês.

Ainda de acordo com a Nasa, Shu-lin Li, da Universidade de Pequim, já havia teorizado em um artigo que a força gravitacional da estrela havia distorcido a forma do planeta e ele estava tão quente que sua atmosfera havia sido expandida. As observações feitas pelo Hubble confirmam essa teoria, diz a agência espacial.

Fonte: Terra


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Cientista localiza grupo de galáxias supostamente extintas

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Um cientista de uma universidade australiana localizou um grupo de galáxias supostamente extintas e cuja existência contribuirá para entender a origem das estrelas.

“Se não tivéssemos feito essa descoberta, pensaríamos que essas galáxias haviam desaparecido há aproximadamente 5 bilhões de anos”, declarou hoje à Agência Efe Andy Green, que fez o achado enquanto pesquisava para seu doutorado na Universidade de Swinburne, em Victoria.

O estudo foi publicado hoje na nova edição da revista científica “Science”.

Green explicou que o grupo está a “apenas” 1 bilhão de anos-luz da Via Láctea e, por isso, “ninguém esperava encontrá-lo, muito menos tão perto”.

O cientista calculou que nosso universo tem cerca de 14 bilhões de anos (quanto aconteceu o Big Bang) e que a Via Láctea surgiu pouco depois, possivelmente há 10 bilhões de anos.

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