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Profetas e cientistas prevêem o fim do mundo em outras datas

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A previsão do vidente mais famoso e respeitado do mundo, o francês Michel de Notredame (Nostradamus), é de que o mundo acabe em 3797, segundo diversos intérpretes de sua obra. Mas a cada dia surgem, principalmente na Internet, novas datas para o fim da humanidade. Algumas baseadas em evidências científicas e outras em visões, avisos divinos e superstições.

Se mesmo no dia 07/07/07, um dia considerado apocalíptico, nada aconteceu e nem em 06/06/06, no chamado feriado da besta, a Terra deixou de existir, dificilmente iria deixar em 08/08/08, 09/09/09, 10/10/10, 11/11/11 e 12/12/12 ou qualquer outra data “cabalística”.

Em 2007  houve uma previsão feita pelo apresentador de televisão Pat Robertson, evangélico ex-candidato à presidência dos Estados Unidos. Dia 2/1/07, em seu programa Clube 700, no canal Christian Broadcasting Network, Robertson disse que Deus o alertou sobre um ataque terrorista que, em setembro deste ano, causaria muitas mortes.

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

Os jardins de Westminster foram tomados por plantações de arroz, para lidar com a escassez de alimentos

Uma exposição de fotomontagens em Londres mostra como a cidade pode ser afetada por mudanças climáticas no futuro, conforme a visão de dois artistas. Em cartaz no Museu de Londres até março de 2011, as montagens foram criadas pelos ilustradores Robert Graves e Didier Madoc-Jones, que dizem ter estudado diversas teorias a respeito do impacto das transformações ambientais e das novas tecnologias no espaço urbano.

Lugares conhecidos da cidade aparecem completamente alagadas por causa de um aumento do nível do Rio Tâmisa, e prédios históricos como o Palácio de Buckingham estão cercados de favelas erguidas por refugiados ambientais de outros países. Carros somem das ruas e dão lugares a turbinas de energia eólica e células de produção de energia elétrica. Parques tradicionais da cidade se transformam em plantações tropicais e abrigam usinas nucleares, para mostrar como a cidade se adaptaria à escassez de comida e ao aqueciemnto global.

“Mostramos os desastres que londres poderia sofrer, mas não quisemos criar somente imagens de pesadelos. Nos esforçamos para mostrar como a cidade pode ter recursos aproveitáveis e como poderíamos nos adaptar para enfrentar o desafio das mudanças no meio ambiente”. As fotomontagens, feitas digitalmente, se transformaram na série “cartões postais do futuro”.

Fonte: Terra


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Possível redução na atividade solar não conterá aquecimento

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Uma redução na atividade solar equivalente à da “Pequena Era do Gelo” do século XVII causaria apenas uma pequena diminuição no ritmo do aquecimentoglobal, indicou um estudo nesta quarta-feira.

Uma diminuição da atividade solar nos últimos anos, relacionada a um número menor de manchas solares, cortaria em no máximo 0,3 grau Celsius o aumento previsto das temperaturas até 2100, caso ela se transforme no longo “Grande Mínimo” de intensidade, afirmaram eles.

“A noção de que estamos nos dirigindo a uma nova Pequena Era do Gelo caso o Sol de fato tenha entrado num Grande Mínimo é errada,” disse Georg Feulner, autor principal de um estudo do Instituto Postdam para Pesquisa sobre o Impacto do Clima, em um comunicado.

As temperaturas mundiais provavelmente subirão entre 3,7 e 4,5 graus Celsius até 2100, caso as emissões de gases-estufa continuem aumentando – muito mais que o impacto de mudanças conhecidas na atividade solar, informou o estudo.

O Sol passou por quatro Grandes Mínimos desde o século XIII, incluindo o Mínimo de Maunder, de 1645 e 1715, que se sobrepôs à Pequena Era do Gelo. O Rio Tâmisa congelou em Londres, por exemplo, entre 1683 e 1684.

As temperaturas mundiais aumentaram 0,7 grau Celsius desde que a Revolução Industrial levou ao maior uso de combustíveis fósseis, que liberam gases-estufa quando queimados, de acordo com um painel da Organização das Nações Unidas de cientistas que estudam o clima.

Fonte: Terra


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Ciclone Oli atinge Polinésia Francesa com ventos de até 200km/h

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O ciclone Oli atingiu a Polinésia Francesa em fevereiro, forçando centenas de pessoas que moram no litoral a deixar a região, afetando o transporte e levando turistas a abrigos temporários.

As autoridades recomendaram aos moradores que ficassem em casa, já que os ventos de até 200 quilômetros por hora provocaram ondas de sete metros.

No Taiti, a principal ilha no vasto território no oceano Pacífico, centenas de pessoas foram forçadas a abandonar as casas próximas à costa na madrugada, embora o impacto tenha diminuído quando a tempestade se afastou.

As ruas foram fechadas para o tráfego, exceto para os veículos de emergência, assim como portos e aeroportos.

Testemunhas citadas por uma rádio francesa disseram que telhados foram arrancados e ao menos um barco naufragou em meio ao temporal. Várias pessoas ficaram levemente feridas, mas não havia registro de mortes ou ferimentos mais graves.

De acordo com o serviço climático francês, a pressão do ar no centro da tempestade deverá diminuir, aumentando a potência do ciclone e criando ventos médios de 175 quilômetros por hora, com rajadas de até 250 quilômetros por hora.

O ciclone, que se move a cerca de 20 quilômetros por hora, está previsto para continuar sua rota em direção ao sudeste, para as ilhas de Tubai e Mataura.

A Polinésia Francesa é um território do arquipélago da Polinésia, dependente da França.

(Reportagem de Daniel Pardon)

Fonte: Terra


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Vida voltou rápido após queda do meteoro

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Estudo afirma que a vida teria se recuperado rápido após impacto do meteoro que exterminou grande parte das espécies na Terra há 65 milhões de anos.

A teoria de que um grande impacto liquidou com milhares de seres vivos, entre eles os dinossauros, foi elaborada em 1980 por Luiz Alvarez. Desde então, estudos indicam que o processo de recuperação do planeta pós-impacto poderia ter levado milhões de anos.

No entanto, em estudo publicado este mês na Science, pesquisadores relatam que pelo menos algumas formas de vida marinha microscópica se recuperaram cerca de um século após a extinção em massa.

A diferença dos números anteriores para os encontrados pela equipe liderada pelo MIT se dá porque as análises em camadas de sedimentos do período eram feitas buscando vestígios fósseis. O problema é que as primeiras formas de vida que surgiram após o impacto seriam pequenos organismos de corpo mole – seres fotossintetizantes, como algas e cianobactérias — que não possuíam conchas ou outras partes duras que deixassem vestígios físicos.

A nova pesquisa utilizou um espectrômetro de massa para medir quantidades ínfimas de diferentes moléculas nas rochas – uma espécie de busca por fósseis químicos. Esses vestígios orgânicos (em sua maioria, carbono e hidrogênio) podem revelar a presença de tipos específicos de organismos que não deixaram partes de seu corpo para contar história.

O local escolhido para análise foi um penhasco em Stevns Klint, na Dinamarca. A locação era ideal pois apresentava uma camada bastante grossa, com cerca de 40 centímetros de espessura, datada do período estudado.

Com a análise, cientistas traçaram um novo panorama do que aconteceu na Terra: imediatamente depois do choque, certas áreas do oceano foram privadas de oxigênio e se tornaram um ambiente hostil para as algas. No entanto, perto do continente, a vida teria desaparecido por apenas um período curto, já que em menos de 100 anos a produtividade das algas mostrou os primeiros sinais de recuperação.

A descoberta ainda dá evidências de que a escuridão no planeta foi mais curta do que se pensava após o impacto, afinal, os organismos encontrados já realizavam fotossíntese – pelo menos no ambiente da costa estudada.

A equipe quer estudar outras locações para determinar se a recuperação rápida realmente foi um fenômeno disperso.

Fonte: INFO Online


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Cientistas estudam método para desviar asteróide da Terra

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Até o presente momento, não existe nenhuma tecnologia capaz de evitar uma grande colisão de um asteróide com a Terra. Os cientistas, no entanto, se empenham na esperança de solucionar o problema, levando em consideração, a quantidade de asteróides que passam raspando o planeta constantemente.

No último dia 2 de março desse ano, um asteróide recém descoberto passou pela Terra de raspão. Segundo astrônomos, o objeto teria feito aproximação máxima do planeta na manhã do dia 2. O astro passou a aproximadamente 70 mil quilômetros da superfície. Os cientistas só perceberam a aproximação dele cinco dias antes de um potencial impacto.

A preocupação dos cientistas sobre esse assunto não é algo novo, eles trabalham desde a instalação de foguetes propulsores na própria rocha, que a tirariam da rota de colisão até à explosão atômica do asteróide, que o fragmentaria em mil pedaços.

De acordo com David French, há uma forma relativamente simples e segura de desviar asteróides e outros objetos em rota de colisão contra a Terra. Frenc que é aluno de doutorado em engenharia aeroespacial da Universidade da Carolina do Norte, apresentou a seguinte tese: “basta prender ao asteróide uma longa corrente presa a uma âncora, com esse simples método você muda o centro de massa do objeto alterando efetivamente sua órbita”, afirma. O aluno explica que dessa forma, ao invés de se chocar com a Terra, o asteróide avança em outra direção.

A teoria de French ganhou a simpatia de vários cientistas e foi aceita para ser apresentada na Conferência Space 2009, promovida pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Espaço. O evento ocorreu em setembro na Califórnia.

Hoje mais de 1000 objetos “potencialmente perigosos” representam algum tipo de risco contra a Terra. Embora nenhum deles esteja em rota de colisão, podem acontecer alterações de órbitas provocadas por atração gravitacional ou interações com o vento solar. São essas alterações em suas trajetórias que podem fazê-los impactar contra a Terra.

Segundo French, e seu orientador Andre Mazzolen, professor de mecânica e engenharia aeroespacial, o sistema “asteroide-corrente-âncora” pode ter sua dinâmica alterada, reduzindo ou eliminando a chance de impacto. Ele lembra que a Terra vem sendo atingida por objetos desde há muito tempo. “Nós conhecemos bem os efeitos negativos disso. Há 65 milhões de anos um asteróide de grande tamanho atingiu aTerra ao sul do Golfo do México e simplesmente varreu os dinossauros do mapa. Em 1907, um pequeno fragmento, talvez originado de um cometa, praticamente acabou com uma área similar a Nova York. Em outras palavras, a escala para nossa solução é difícil de ser avaliada”, explicou French.


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NASA desmente fim do mundo em 2012

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Por meio de um relatório, a Agência Espacial Americana esclarece as dúvidas dos internautas e afirma: o mundo não acaba com o fim do calendário Maia.

O aviso foi dado depois que um site mantido pela NASA foi inundado de perguntas de internautas a respeito de um misterioso planeta chamado Nibiru e do fim do mundo programado para 21 de dezembro de 2012.

A página em questão se chama “Ask an Astrobiologist”, e é mantida por David Morrison como parte de seus trabalhos como Cientista Sênior do Instituto de Astrobiologia da NASA. Nela, o público pode perguntar o que quiser e, ultimamente, foram mais de mil e-mails voltados para as previsões apocalípticas.

Na internet os boatos mais recentes do apocalipse entrelaçam uma complexa trama de provas e evidências que levam a crer que o fim dos tempos será no dia 21 de dezembro de 2012 – ou, mais precisamente, o fim do calendário Maia.

A civilização pré-colombiana surgiu no México há mais de três mil anos, e é conhecida por suas habilidades astronômicas, incluindo a divisão do calendário em 365 dias e a previsão de eventos como eclipses.

A causa dessa destruição prevista nos atuais boatos espalhados na internet seria Nibiru, também chamado de Planeta X, um corpo celeste que teria sido descoberto pelos sumérios. O impacto com a Terra seria precisamente na data em que o calendário Maia termina (numa analogia ao “fim dos tempos”) – e o fato estaria sido mantido em segredo pelo governo.

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