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Seca causou queda da civilização Maia

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Seca causou queda da civilização maia

São Paulo – Um estudo feito por uma equipe de pesquisadores do México e Reino Unido revelou que um grande período de seca foi o responsável pelo fim da civilização maia. A pesquisa foi publicada no site da revista Science.

Durante cerca de 100 anos, pesquisadores apontaram o colapso da civilização com as mudanças climáticas, principalmente com a seca. Porém, não havia nenhuma estimativa detalhada sobre a intensidade dessa seca. Os arqueólogos também consideraram diversos fatores para o colapso, o que inclui rivalidades políticas internas e guerras entre os reis vizinhos.

A nova pesquisa indica uma estimativa mais detalhada a partir de da análise de rochas e lagos atuais. Segundo o que foi concluído pelos cientistas, a queda dos Maias está relacionada à diminuição do número de tempestades na região durante o verão. No ápice do colapso da civilização, entre os anos 800 e 1000 d.C, houve uma redução no volume de chuva.

Foi possível verificar a mudança climática no período quando os pesquisadores conseguiram analisar grutas e lagos rasos da Península de Yucatán, no sudeste do México. Apesar de a redução representar de 25% a 40% do total anual de chuva no período, trata-se de uma diminuição suficiente para que a evaporação fosse maior do que os níveis pluviométricos.

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Espanhóis criam bunkers para se proteger do ‘fim do mundo’

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Espanhóis criam bunkers para se proteger do ‘fim do mundo’

O interior do bunker

Um grupo de pessoas na Espanha se juntou para construir abrigos em diferentes pontos do país para se proteger do que eles acreditam que será o fim do mundo, na data profetizada pelos maias, 2012.

Não importa se a profecia falhar: eles têm certeza de que diante das mudanças climáticas, dos desastres naturais, da instabilidade das manchas solares e da ameaça nuclear, convém ter um refúgio.

“Não somos apocalípticos, mas queremos evitar os riscos. Um país como a Espanha, que tem centrais nucleares que são alvo da al-Qaeda, não conta com um nível de segurança muito alto diante de uma grande catástrofe”, explicou à BBC o presidente do Grupo de Sobrevivência da Espanha 2012 (GSE), Jonatan Bosque.

“Na Suíça, toda nova construção vem com seu bunker. Aqui, quem tem este tipo de refúgio são pessoas endinheiradas. Somos uma organização não-lucrativa e o que queremos é que os bunkers estejam ao alcance de todos”, acrescentou.

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

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Fotomontagens retratam Londres transformada por aquecimento

Os jardins de Westminster foram tomados por plantações de arroz, para lidar com a escassez de alimentos

Uma exposição de fotomontagens em Londres mostra como a cidade pode ser afetada por mudanças climáticas no futuro, conforme a visão de dois artistas. Em cartaz no Museu de Londres até março de 2011, as montagens foram criadas pelos ilustradores Robert Graves e Didier Madoc-Jones, que dizem ter estudado diversas teorias a respeito do impacto das transformações ambientais e das novas tecnologias no espaço urbano.

Lugares conhecidos da cidade aparecem completamente alagadas por causa de um aumento do nível do Rio Tâmisa, e prédios históricos como o Palácio de Buckingham estão cercados de favelas erguidas por refugiados ambientais de outros países. Carros somem das ruas e dão lugares a turbinas de energia eólica e células de produção de energia elétrica. Parques tradicionais da cidade se transformam em plantações tropicais e abrigam usinas nucleares, para mostrar como a cidade se adaptaria à escassez de comida e ao aqueciemnto global.

“Mostramos os desastres que londres poderia sofrer, mas não quisemos criar somente imagens de pesadelos. Nos esforçamos para mostrar como a cidade pode ter recursos aproveitáveis e como poderíamos nos adaptar para enfrentar o desafio das mudanças no meio ambiente”. As fotomontagens, feitas digitalmente, se transformaram na série “cartões postais do futuro”.

Fonte: Terra


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Erupção na Islândia é pequena demais para resfriar o planeta

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Nuvem de cinzas cobre a região próxima ao vulcão, na Islândia

Grandes erupções vulcânicas já tiveram efeito refrigerador no clima da Terra, mas o recente evento na Islândia é pequeno demais para trazer alívio ao aquecimento global antropogênico, disseram cientistas nesta sexta-feira.

O evento marcante desta capacidade de refrigeração vulcânica dos últimos 20 anos ocorreu em 1991, quando o monte Pinatubo entrou em erupção nas Filipinas, resfriando a superfície terrestre em 0,5°C no ano seguinte, o suficiente para compensar o impacto dos gases causadores de efeito estufa entre 1991 e 1993.

Um episódio refrigerador menor ocorreu em 1980, quando o monte Santa Helena, no Estado americano de Washington, teve seu topo pulverizado, um evento que embora tenha sido impressionante, expeliu apenas um décimo do material liberado pelo Pinatubo.

O resfriamento se explica por uma fórmula simples: o vulcão libera grande quantidade de cinzas vulcânicas e dióxido de enxofre, que são transportados para a estratosfera, camada da atmosfera acima da troposfera, a mais próxima da superfície.

Lá, fenômenos físico-químicos criam uma fina camada de partículas esbranquiçadas que, durante meses ou anos, circundam a Terra e refletem parte dos raios solares, impedindo que a radiação atinja o solo.

“Basicamente, é como colocar um escudo refletor sobre o pára-brisa do carro, impedindo que o interior aqueça demais”, comparou Colin Macpherson, da Universidade Durham University, nordeste da Inglaterra.

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Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU

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O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

“As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água”, disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

“A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats”, disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

“E isso gera potencial para conflitos,” disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

“A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar”, disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

250 MILHÕES DE PESSOAS

As regiões que deverão ficar mais secas em função das mudanças climáticas incluem a Ásia central e o norte da África. Até o ano 2020, até 250 milhões de pessoas na África podem sofrer mais que hoje pela escassez de água, segundo o painel de especialistas climáticos da ONU.

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Cientistas criticam proposta de ’2012′ e indicam cenários de fim do mundo

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A Nasa (agência espacial norte-americana) criticou a Sony em outubro por sugerir, em sua campanha publicitária para o filme “2012″, que o mundo acabaria em 2012.

No ano passado, o Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), também assegurou que o mundo não acabaria tão cedo, portanto, é uma boa notícia para quem fica nervoso facilmente. Com que frequência vemos duas instituições científicas top de linha como essas nos garantindo que está tudo bem? Por outro lado, é meio triste, se você estava ansioso por tirar umas férias das prestações do imóvel para financiar uma última festança.

As declarações do Cern tiveram a intenção de aliviar temores de que um buraco negro sairia de seu novo Grande Colisor de Hádrons (LHC) e engoliria a Terra.

O pronunciamento da Nasa, na forma de vários posts em sites e um vídeo postado no YouTube, foi uma resposta a temores de que o mundo fosse acabar no dia 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como Grande Contagem no calendário maia teoricamente chegaria a um fim.

Filme

O burburinho em torno do fim dos dias atingiu o auge com o lançamento do filme “2012″, dirigido por Roland Emmerich, que já trouxe desgraças fictícias para a Terra anteriormente, com alienígenas e geleiras, em “Independence Day” e “O Dia Depois de Amanhã”.

No filme, o alinhamento entre o Sol e o centro da galáxia, no dia 21 de dezembro de 2012, faz com que o astro fique ensandecido e lance na superfície da Terra inúmeras partículas subatômicas ambíguas conhecidas como neutrinos.

De alguma forma, os neutrinos se transformam em outras partículas e aquecem o centro da Terra. A crosta terrestre perde suas amarras e começa a se enfraquecer e deslizar por aí.

Los Angeles cai no oceano; Yellowstone explode, causando uma chuva de cinzas no continente. Ondas gigantes varrem o Himalaia, onde governos do planeta tinham construído em segredo uma frota de arcas, nas quais 400 mil pessoas selecionadas poderiam se abrigar das águas.

Porém, essa é apenas uma versão do apocalipse. Em outras variações, um planeta chamado Nibiru colide com o nosso ou o campo magnético da Terra enlouquece.

Existem centenas de livros dedicados a 2012, e milhões de sites, dependendo de que combinação de “2012″ e “fim do mundo” você digite no Google.

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Neve do Monte Kilimanjaro já não é eterna

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O aquecimento global deve derreter toda a cobertura de neve do Monte Klimanjaro, o ponto mais alto do continente africano, em mais 20 anos. Os animais também sofrem com as alterações no clima.

O gelo também está derretendo na África. Uma informação científica chocou os africanos nesta semana. O Monte Kilimanjaro, o ponto mais alto do continente, em 20 anos não terá mais neve. Motivo: o aquecimento global.

O Kilimanjaro, com seu pico, até agora, “eternamente nevado”, é uma referência mundial da paisagem africana. O clima mais quente e seco, com menos nuvens, das últimas décadas já fez com que a cobertura de gelo do monte encolhesse 85%, desde o início do século. Analisando fotografias aéreas de várias épocas e dados sobre a espessura do manto de gelo, os pesquisadores concluíram que o belo branco do Monte Kilimanjaro terá desaparecido em 2022. Ou, no melhor dos cenários, em 2033.

E este é só um dos problemas na África. Os animais vêm sofrendo com o meio ambiente. Em 2009, centenas morreram no Quênia por causa das mudanças climáticas. Onde havia vegetação, os bichos encontraram terrenos secos e sem água. As estações do ano irregulares deixam os animais perdidos. A savana está morrendo, secando. Parques nacionais e reservas, como o Parque Kruger, na África do Sul, estão diminuindo. Os africanos perdem o verde. E os animais, o habitat.

Fonte: Fantástico


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Mudanças climática no Nordeste assustam os habitantes

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Desertificação do Nordeste brasileiro já ameaça áreas urbanas.

A erosão da terra e o assoreamento dos rios provocados pelo aquecimento global estão transformando partes da Amazônia em desertos.

Enquanto a África perde terras de savana, o Brasil deve ganhar áreas imensas com esse tipo de vegetação. Uma das consequências das mudanças climáticas do planeta será a transformação de parte da Floresta Amazônica em savana. No Nordeste, a paisagem original, que antes lembrava a savana, deve ficar cada vez mais parecida com um deserto.

A desertificação já alcança toda a região do semi-árido brasileiro. No sul do Piauí, a erosão do solo atinge 15 municípios. As plantas estão sumindo. A terra é imprestável. Cientista preveem que esse cenário deve se alastrar e piorar com o aquecimento global.

Os primeiros sinais de enfraquecimento do solo apareceram há quase 50 anos. As várias tentativas de se evitar o aumento da desertificação não deram certo. O resultado é que as voçorocas, que são imensas aberturas na superfície da terra, não param de crescer.

Em Gilbués está a maior área contínua de deserto do Brasil. Um problema que expulsa o homem do campo e já alcança a área urbana do município. “Está chegando cada vez mais próximo da cidade. Os moradores das casas próximas estão ficando com medo. O que eles podem fazer?”, indaga um morador.

A terra levada pela água da chuva mata também os rios. Um rio, no município de Monte Alegre, pode desaparecer. “Era muita água. Foi ficando mais fraco, e tudo aterrou”, conta uma senhora.

Enquanto no Nordeste as áreas de deserto crescem, no Sul e no Sudeste do Brasil, a previsão é outra: eventos extremos como tempestades, tornados e furacões serão ainda mais radicais e acontecerão com mais frequência.

Fonte: Fantástico


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A 3ª Profecia Maia

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A terceira profecia maia diz que uma onda de calor aumentará a temperatura do planeta produzindo mudanças climáticas geológicas e sociais em uma magnitude sem precedentes, e a uma velocidade assombrosa.

Os Maias dizem que o aumento da temperatura se dará pela combinação de vários fatores, um deles gerados pelo homem que em sua falta de sincronicidade com a natureza só pode produzir processos de auto destruição. Outros fatores serão gerados pelo sol que ao acelerar sua atividar su actividade pelo aumento de sua vibração produz mais radiação, aumentando a temperatura do planeta.

Cada um de nós de alguma forma ajudamos a contaminar o planeta ou a desflorestá-lo com nossos automóveis, descuidando do lixo das casas, ou nos parques públicos, ajudando desse modo que o clima do planeta se volte contra nós. As mudanças estão acontecendo já porém como se passam muito lentamente, temos nos adaptado a elas e não as percebemos.

O processo de industrialização que teve lugar no século II tem contaminado dramáticamente a atmosfera com suas emissões de gases tóxicos, a chamada chuva ácida, produto da queima de carbono ou derivados de petróleo e das emissões de sul de sulfureto e óxido de nitrogenio noambito industrial tem lugar em todo o mundo e se concentra nas áreas urbanas, corroi os monumentos e pontes, destroi a pintura exterior, mata os bosques, causa danos a vida marinha, os solos cultivados convertem a água potavel em tóxica e reduz a cristalinidade.

As fumaças contaminadas de muitas fábricas indiferentes aos danos que provocam modificaram as temporadas de chuva das estações e o clima. Em muitos lugares no planeta ainda se cozinha com carvão ou lenha criando gogueiras que emitem grande quantidade de fumaças, cinzas, vapor de água e gás carbonico, tudo isto deu lugar a aparição do efeito estufa pois as concentrações de particulas de carbono que ficam e carbono que quedan flutuando na atmosfera reagem quimicamente com os dióxidos aumentando a sociedade e a temperatura.

O ar que respiramos está cheio de particulas de monóxido de carbono e óxido de nitrogenio e metano, produto resultante da combustão de casolina nos motores de milhões de carros e de milhões de plantas térmicas de genero elétrica.

A depredação de selvas para convertê-las em terreno de cultivo, ou para estender as cidades se converteu em uma prática comum, se incendeiam os bosques que purificam o ar ao converter o gás caronico que contem o oxigenio. O homem não é consciente do mal que está causando ao planete, nem de que há que semear para repor a vegetação que consome, todo o planeta se converteu em um grande lixão, enviamos grandes quantidades de residuos radioativos ao fundo do mar, carregamos barcos inteiros com resíduos não biodegradáveis.

As variações climáticas, as consequencias das atividades danosas do homem e as mudanças no comportamento do sol produzem uma alteração nas chuvas diminuindo sua quantidade, intensidade e regularidade.

A 3ª Profecia Maia

O aumento da temperatura produzirá fortes ventos, furacões e tornados. Os furacões são tormentas gigantescas e violentas, um vórtice de destruição e morte. Se chama furacão em comemoração ao Deus do mal e os aborígenes do Caribe.

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