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Lua de Júpiter é forte candidata à vida

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Lua de Júpiter é forte candidata à vidaIlustração mostra os bolsões de água em Europa; ao fundo, Júpiter

São Paulo- Desde que cientistas descobriram que Europa, a mais famosa das luas de Júpiter, possui um oceano por baixo de sua crosta de gelo, o astro é apontado como um dos únicos candidatos para a existência de vida fora da Terra no Sistema Solar.

Agora, em um trabalho recém-publicado na revista científica Nature, pesquisadores mostram evidências de que o oceano salgado da lua troca material com a camada de gelo. Essa relação aumenta as chances da existência de vida, pois indica um mecanismo de transferência de nutrientes e energia.

Os dados utilizados pela equipe de Britney Schmidt, da Universidade do Texas, foram coletados pela Galileo, nave lançada pelo ônibus especial Atlantis em 1989. Uma de suas descobertas mais significativas foi justamente a de que existe um oceano salgado abaixo da cobertura gelada de Europa, e que este contém mais água liquida do que todos os oceanos da Terra. Por estar longe do Sol, no entanto, sua superfície é completamente gelada – e este era o principal problema para a existência de vida.

Se a cobertura for muito espessa, a superfície pode não se comunicar com a água do oceano, o que diminui a troca de matérias e nutrientes e, consequentemente, diminui também as chances de existência de vida. No entanto, os dados da Galileu sugerem que existem bolsões de água líquida mais próximos da superfície que só poderiam ter se formado se houvesse uma intensa troca entre essas regiões.

As implicações dessa possibilidade são muito grandes e incluem desde maiores chances de existência de vida em Europa até a colonização humana da lua. Por enquanto, a própria Nasa afirma que é preciso ter cautela e obter novas análises. Ainda assim, a agência estuda uma missão para perfurar a camada de gelo do satélite de Júpiter.

Fonte: Info Ciência


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Terremoto de magnitude 7,1 atinge ilhas Salomão, no Pacífico

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Um terremoto de magnitude 7,1 atingiu as ilhas Salomão neste domingo, registrou o serviço geológico dos Estados Unidos (USGS), mas não havia informações imediatas sobre danos ou vítimas.

Segundo o USGS, o epicentro do terremoto, a 52 quilômetros de profundidade, foi 97 quilômetros a sudoeste de Kira Kira, nas ilhas Salomão, no oceano Pacífico. O evento ocorreu às 20h40 no horário local (6h40 horário de Brasília).

Funcionários de uma rede de comunicações das ilhas Salomão, contactados por telefone desde Sydney, na Austrália, disseram que não tinham conhecimento de qualquer morte ou dano causado pelo terremoto, mas que alguns moradores de uma ilha próxima subiram para terras mais altas com medo de um tsunami.

Fonte: Terra


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Tremor de 4 graus na escala Richter sacode o sul do Peru

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Um tremor de 4 graus de magnitude na escala Richter sacudiu nesta segunda-feira a região de Ica, no litoral sul do Peru, no entanto ainda não há notícias de mortos nem danos materiais. O epicentro do tremor ficou 29 quilômetros a sudoeste da cidade de Ica a cerca de 54 quilômetros de profundidade, informou o Instituto Geofísico do Peru (IGP).

O terremoto, registrado às 13h09 local (17h09, Brasília) foi sentido em Ica com uma intensidade de 2 a 3 graus na escala modificada de Mercalli e de 2 na mesma escala na localidade de Tinguiña, acrescentou a IGP.

A costa sul do Peru foi devastada em agosto de 2007 por um terremoto de 7,9 graus na escala Richter que deixou 595 mortos, mais 300 desaparecidos e 75 mil casas destruídas. Esta zona ainda está em processo de reconstrução.

O Peru se encontra situado na zona conhecida como Cinto de Fogo do Oceano Pacífico, onde se registram 85% da atividade sísmica mundial.

Fonte: Terra


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Ciclone Oli atinge Polinésia Francesa com ventos de até 200km/h

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O ciclone Oli atingiu a Polinésia Francesa em fevereiro, forçando centenas de pessoas que moram no litoral a deixar a região, afetando o transporte e levando turistas a abrigos temporários.

As autoridades recomendaram aos moradores que ficassem em casa, já que os ventos de até 200 quilômetros por hora provocaram ondas de sete metros.

No Taiti, a principal ilha no vasto território no oceano Pacífico, centenas de pessoas foram forçadas a abandonar as casas próximas à costa na madrugada, embora o impacto tenha diminuído quando a tempestade se afastou.

As ruas foram fechadas para o tráfego, exceto para os veículos de emergência, assim como portos e aeroportos.

Testemunhas citadas por uma rádio francesa disseram que telhados foram arrancados e ao menos um barco naufragou em meio ao temporal. Várias pessoas ficaram levemente feridas, mas não havia registro de mortes ou ferimentos mais graves.

De acordo com o serviço climático francês, a pressão do ar no centro da tempestade deverá diminuir, aumentando a potência do ciclone e criando ventos médios de 175 quilômetros por hora, com rajadas de até 250 quilômetros por hora.

O ciclone, que se move a cerca de 20 quilômetros por hora, está previsto para continuar sua rota em direção ao sudeste, para as ilhas de Tubai e Mataura.

A Polinésia Francesa é um território do arquipélago da Polinésia, dependente da França.

(Reportagem de Daniel Pardon)

Fonte: Terra


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2009 foi o ano com menos desastres naturais da década, diz ONU

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O mundo sofreu ano passado o menor número de desastres naturais em uma década, mas as inundações, secas e outras condições meteorológicas extremas continuam causando muitas mortes e perdas econômicas, apontou relatório da ONU divulgado no fim de dezembro de 2009.

No período, foram registrados 245 desastres naturais, abaixo da cifra mais alta da década, de 434 ocorrências em 2005, informou a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas.

Os números foram divulgados na conferência internacional do clima em Copenhague, na qual 192 países tentam alcançar novos objetivos para reduzir a poluição causada pela emissão dos gases-estufa, responsáveis pela tendência a longo prazo de condições meteorológicas mais extremas.

Dos 245 desastres, 224 estavam relacionados com o clima e causaram cerca de 7.000 das 8.900 mortes, segundo dados preliminares.

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Derretimento do Ártico está matando os ursos polares

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Com a redução da área ocupada pelo gelo, os ursos têm dificuldade para buscar alimento.

Uma imagem divulgada esta semana deixou todo o mundo perplexo: as neves do Kilimanjaro, o famoso monte da Tanzânia, ponto mais elevado do continente africano, estão desaparecendo.

E a previsão é triste: em 20 anos, dizem os pesquisadores, não haverá um único campo de gelo na região. Que fenômeno é esse que afeta o Kilimanjaro, se repete em geleiras tropicais e chega até ao Ártico?

No ártico, acontece todos os anos a mais radical mudança de estação de todo o planeta Terra. Em três meses, quando chega o verão, sete milhões de quilômetros quadrados de gelo desaparecem.

Tem sido assim há milênios, mas, nos últimos anos, o fenômeno mudou de escala. Cada vez, mais gelo derrete, um drama para os ursos polares.

O período em que o oceano fica congelado é o melhor para os ursos polares. A caça é farta e fácil. Cada urso precisa pegar uma foca por semana. Enquanto o mar está sólido, eles não passam fome. Ursos são exímios nadadores. E andar no gelo é a maneira mais fácil de se aproximar das focas.

É por isso que, quando o verão começa a clarear o Ártico, a situação fica sombria para os ursos. Aquecido pelo sol e agitado pelo vento, o gelo se despedaça todo.

Um urso pode sentir o cheiro de uma foca a mais de um quilômetro de distância, mas é difícil encontrar a presa em uma paisagem que não para de mudar. A cada dia sem comida, um urso jovem perde um quilo.

As previsões mais recentes indicam que o Ártico pode ficar completamente sem gelo na época de verão daqui a 20 ou 40 anos. E talvez sem ursos.

Uma mãe e seu filhote adolescente recuperam suas forças sobre um fragmento de mar congelado, um dos últimos. Em volta, o mundo de gelo onde vivem sumiu, derreteu. Estão abandonados à própria sorte.

Fonte: Fantástico


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