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Estudo: cientistas descrevem como seria o mundo 4°C mais quente

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À convite da Real Sociedade Britânica, cientistas de universidades e instituto de pesquisas realizaram estudo no qual descrevem como o mundo seria caso ficasse 4°C mais quente, já que previsões apontam que o mundo realmente passará por esta mudança até 2060. As informações são do site da revista New Scientist.

A mudança climática, estudos anteriores já apontavam, devastaria a maior parte da Amazônia e desregularia o ciclo de monções, mas a nova pesquisa indica que a falta de água seria mais severa. O aumento das temperaturas depende das ações humanas – se o aumento estagnar em 2°C, projeções apontam que os suprimentos de água já seriam baixos, graças à demanda da população. Porém, com aumento de 4°C, a falta de água tomaria proporções nunca antes vistas.

A maior parte da África Subsaariana veria sua agricultura ruir, com períodos de plantação em sua menor marca na história. A produção de milho diminuiria em 19% e a de feijão em 47%, em comparação às médias atuais.

Calor extremo, aumento do nível do mar e falta de água fariam muitas pessoas migrarem – porém, os mais pobres ficariam impossibilitados de sair de suas localidades; os cientistas, então, apontam que facilitações para mudança de país deveriam ser realizadas.

Fonte: Terra Ciências


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Cientistas: ciclone gigantesco varre Saturno há 5 anos

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Cientistas espanhóis relataram no último mês que um gigantesco ciclone do tamanho do continente europeu varre Saturno há cinco anos, o que faz desta tempestade a mais longa detectada no planeta

O ciclone, cujo vórtice se estende por 4 mil km, é estudado desde 2004 por um grupo de pesquisadores espanhóis a partir de imagens vindas da sonda americana Cassini. “De acordo com nossas observações, o ciclone é o de maior duração dos examinados nos grandes planetas do sistema solar, Júpiter e Saturno”, explicou a principal autora do estudo, Teresa del Rio-Gaztelurrutia.

Os ciclones, caracterizados por um vento que gira na mesma direção que o planeta, não duram tradicionalmente muito tempo, explicou a pesquisadora que dirige uma equipe da Universidade dos Países Bascos para conduzir o trabalho. “Conhecemos ainda muito pouco sobre este gênero de estruturas”, acrescentou.

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Cientista localiza grupo de galáxias supostamente extintas

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Um cientista de uma universidade australiana localizou um grupo de galáxias supostamente extintas e cuja existência contribuirá para entender a origem das estrelas.

“Se não tivéssemos feito essa descoberta, pensaríamos que essas galáxias haviam desaparecido há aproximadamente 5 bilhões de anos”, declarou hoje à Agência Efe Andy Green, que fez o achado enquanto pesquisava para seu doutorado na Universidade de Swinburne, em Victoria.

O estudo foi publicado hoje na nova edição da revista científica “Science”.

Green explicou que o grupo está a “apenas” 1 bilhão de anos-luz da Via Láctea e, por isso, “ninguém esperava encontrá-lo, muito menos tão perto”.

O cientista calculou que nosso universo tem cerca de 14 bilhões de anos (quanto aconteceu o Big Bang) e que a Via Láctea surgiu pouco depois, possivelmente há 10 bilhões de anos.

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Estrela causa explosão de raios e surpreende astrônomos

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O sistema binário surpreendeu os astrônomos ao começar a emitir raios gama

Um time de astrônomos descobriu que uma ‘nova’ – uma explosão que ocorre na morte de alguns tipos de estrelas – pode emitir as mais poderosas energias gama conhecidas na natureza. A descoberta é surpreendente, já que não foi previsto anteriormente que as novas poderiam resultar nessa explosão de raios, ao contrário das brilhantes supernovas (explosões que ocorrem no final da vida de uma estrela massiva). As informações são do site da BBC.

As primeiras observações que indicavam estes dados foram feitas por amadores e agora confirmadas por registros do telescópio Fermi – que detecta raios gama. A descoberta vai contra teorias de como as estrelas evoluem e morrem. O estudo foi publicado no jornal especializado Science.

Estrelas maiores costumam morrer com uma gigantesca explosão conhecida como supernova, a qual gera um grande e rápido movimento de partículas em grandes campos magnéticos. A colisão dessas partículas com outras matérias causa os raios gama – a mais enérgica forma da luz.

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Tremor de 7,2 graus atinge México e é sentido em Los Angeles

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Um terremoto de magnitude 7,2 abalou neste domingo a região da cidade de Mexicali, no Estado mexicano da Baixa Califórnia, próximo à fronteira com a Califórnia, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O tremor foi sentido em uma ampla área do território americano, nas cidades de San Diego e Los Angeles, na Califórnia; Phoenix, Arizona (300 km a nordeste do epicentro) e Las Vegas, Nevada (460 km ao norte).

As primeiras informações davam conta de um terremoto de 6,9 graus, dado que foi atualizado pelo USGS. Não há informações sobre danos ou feridos até o momento, mas a polícia e os bombeiros de San Diego receberam diversos chamados. Em Los Angeles, autoridades inspecionaram prédios.

Segundo o canal de TV KABC, de Los Angeles, vários arranha-céus da cidade foram sacudidos com força e o corpo de bombeiros local respondeu a vários chamados para tirar pessoas presas em elevadores. Não há informações sobre feridos, danos ou cortes de energia na cidade.

“Nós sentimos a terra tremer por cerca de 30 segundos”, disse o oficial da polícia de San Diego Scott Ybarrondo à CNN. “Aqui, os quadros não chegaram a cair das paredes. Mas nós recebemos informações de que em vários outros lugares da cidade o tremor arrancou quadros das paredes”.

Segundo o Serviço Sismológico Nacional (SSN) mexicano, não houve informes de danos no país. “Até o momento não recebemos nenhum chamado avisando sobre danos. Tivemos pessoas que sentiram o sismo na Baixa Califórnia e no Estado de Sonora”, disse Adriana González, pesquisadora do SSN.

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Ventos solares afetam a Terra

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Na fase de calmaria do ciclo do Sol, quando suas manchas praticamente desaparecem, a Terra deixa de ser atingida por grandes fluxos de energia.

Quer dizer, era nisso que cientistas acreditavam até descobrirem que ventos solares que carregam grandes quantidades de radiação continuam agindo quando as manchas praticamente desaparecem – e explicam porque o planeta foi bombardeado durantes períodos considerados calmos do astro.

As manchas solares são áreas de campos magnéticos concentrados, e aparecem como borrões escuros nas imagens feitas da superfície do Sol. Por séculos, elas forma usadas para determinar o ciclo aproximado de 11 anos do astro que, em seu máximo, fica repleto de pontos escuros.

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Vida voltou rápido após queda do meteoro

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Estudo afirma que a vida teria se recuperado rápido após impacto do meteoro que exterminou grande parte das espécies na Terra há 65 milhões de anos.

A teoria de que um grande impacto liquidou com milhares de seres vivos, entre eles os dinossauros, foi elaborada em 1980 por Luiz Alvarez. Desde então, estudos indicam que o processo de recuperação do planeta pós-impacto poderia ter levado milhões de anos.

No entanto, em estudo publicado este mês na Science, pesquisadores relatam que pelo menos algumas formas de vida marinha microscópica se recuperaram cerca de um século após a extinção em massa.

A diferença dos números anteriores para os encontrados pela equipe liderada pelo MIT se dá porque as análises em camadas de sedimentos do período eram feitas buscando vestígios fósseis. O problema é que as primeiras formas de vida que surgiram após o impacto seriam pequenos organismos de corpo mole – seres fotossintetizantes, como algas e cianobactérias — que não possuíam conchas ou outras partes duras que deixassem vestígios físicos.

A nova pesquisa utilizou um espectrômetro de massa para medir quantidades ínfimas de diferentes moléculas nas rochas – uma espécie de busca por fósseis químicos. Esses vestígios orgânicos (em sua maioria, carbono e hidrogênio) podem revelar a presença de tipos específicos de organismos que não deixaram partes de seu corpo para contar história.

O local escolhido para análise foi um penhasco em Stevns Klint, na Dinamarca. A locação era ideal pois apresentava uma camada bastante grossa, com cerca de 40 centímetros de espessura, datada do período estudado.

Com a análise, cientistas traçaram um novo panorama do que aconteceu na Terra: imediatamente depois do choque, certas áreas do oceano foram privadas de oxigênio e se tornaram um ambiente hostil para as algas. No entanto, perto do continente, a vida teria desaparecido por apenas um período curto, já que em menos de 100 anos a produtividade das algas mostrou os primeiros sinais de recuperação.

A descoberta ainda dá evidências de que a escuridão no planeta foi mais curta do que se pensava após o impacto, afinal, os organismos encontrados já realizavam fotossíntese – pelo menos no ambiente da costa estudada.

A equipe quer estudar outras locações para determinar se a recuperação rápida realmente foi um fenômeno disperso.

Fonte: INFO Online


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Cientistas estudam método para desviar asteróide da Terra

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Até o presente momento, não existe nenhuma tecnologia capaz de evitar uma grande colisão de um asteróide com a Terra. Os cientistas, no entanto, se empenham na esperança de solucionar o problema, levando em consideração, a quantidade de asteróides que passam raspando o planeta constantemente.

No último dia 2 de março desse ano, um asteróide recém descoberto passou pela Terra de raspão. Segundo astrônomos, o objeto teria feito aproximação máxima do planeta na manhã do dia 2. O astro passou a aproximadamente 70 mil quilômetros da superfície. Os cientistas só perceberam a aproximação dele cinco dias antes de um potencial impacto.

A preocupação dos cientistas sobre esse assunto não é algo novo, eles trabalham desde a instalação de foguetes propulsores na própria rocha, que a tirariam da rota de colisão até à explosão atômica do asteróide, que o fragmentaria em mil pedaços.

De acordo com David French, há uma forma relativamente simples e segura de desviar asteróides e outros objetos em rota de colisão contra a Terra. Frenc que é aluno de doutorado em engenharia aeroespacial da Universidade da Carolina do Norte, apresentou a seguinte tese: “basta prender ao asteróide uma longa corrente presa a uma âncora, com esse simples método você muda o centro de massa do objeto alterando efetivamente sua órbita”, afirma. O aluno explica que dessa forma, ao invés de se chocar com a Terra, o asteróide avança em outra direção.

A teoria de French ganhou a simpatia de vários cientistas e foi aceita para ser apresentada na Conferência Space 2009, promovida pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Espaço. O evento ocorreu em setembro na Califórnia.

Hoje mais de 1000 objetos “potencialmente perigosos” representam algum tipo de risco contra a Terra. Embora nenhum deles esteja em rota de colisão, podem acontecer alterações de órbitas provocadas por atração gravitacional ou interações com o vento solar. São essas alterações em suas trajetórias que podem fazê-los impactar contra a Terra.

Segundo French, e seu orientador Andre Mazzolen, professor de mecânica e engenharia aeroespacial, o sistema “asteroide-corrente-âncora” pode ter sua dinâmica alterada, reduzindo ou eliminando a chance de impacto. Ele lembra que a Terra vem sendo atingida por objetos desde há muito tempo. “Nós conhecemos bem os efeitos negativos disso. Há 65 milhões de anos um asteróide de grande tamanho atingiu aTerra ao sul do Golfo do México e simplesmente varreu os dinossauros do mapa. Em 1907, um pequeno fragmento, talvez originado de um cometa, praticamente acabou com uma área similar a Nova York. Em outras palavras, a escala para nossa solução é difícil de ser avaliada”, explicou French.


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